31
Jan 12

 

A indústria de azeite do Sul da Europa está a preparar uma ferramenta que irá etiquetar a sustentabilidade dos seus produtos. Esta ideia será implementada já em 2013. Uma excelente notícia, para mim que sou fã de azeite.

 

 

Deixo a notícia completa em: http://www.greensavers.pt/2012/01/31/azeite-portugues-tera-eco-etiqueta-ja-em-2013/

 

 

P.S. -  Esta foto é de um olival da minha terra :)

 

 

 

 

Vera Santos

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por greentalks às 12:03

30
Jan 12

O Polikatoikea foi o vencedor do Origami Competitions, um concurso para estudantes de arquitectura e design, cujo objectivo é criar alternativas eficientes para a reabilitação urbana.

 

urbanismo nómada

 

Baseado no conceito grego polikatoikia (ou multi-residence) e combinando a filosofia IKEA, Filipe Magalhães e Ana Luísa Soares desenvolveram um “módulo” habitacional, equipado para um individuo habitar (vá, dois, se forem pigmeus) – cama, despensa, casa de banho e kitchenette - transportável para diferentes locais.

 

A vantagem?

Estes lotes (que assumem diferentes dimensões) podem ser colocados numa lógica multiplataformas num reduzido espaço –> imagine um daqueles espaços verticais, de largura reduzida, entre dois prédios; coloque-lhe umas plataformas horizontais, estilo pisos; compre um módulo no IKEA e voilá: uma casa ideal, com um terraço apetecível. 1 piso = 1 lote.

Mas estes módulos podem também ser colocados no topo de prédios ou simplesmente em jardins/espaços livres.

 
A solução ideal para habitar numa cidade portuguesa, em que o espaço escasseia, e o clima permite  conciliar um “in & outdoor living”.

O IKEA seria o possível criador destes “módulos”, que passariam a ser

propriedade de cada indivíduo, podendo deslocá-lo para onde fosse habitar, num estilo bastante “caracolesco”: com a casa às costas.

 

 

Mas já que falamos em caracol, deixo-vos uma ideia menos “nómada”, a “nautilus house” uma casa inspirada na concha deste peculiar animal, com um design arrojado e notórias influências de Gaudí. Construída no México, esta casa está em plena sintonia com a natureza, com vegetação no seu interior e luz natural que se inflitra pelos inúmeros vitrais existentes.

 

 



Fontes:

http://inhabitat.com/polikatoikea-combines-small-space-living-with-urban-design-and-an-ikea-philosophy/

 

http://www.demilked.com/nautilus-house-giant-seashell/

 

 

 

Bárbara Pais

publicado por greentalks às 22:19

 

1,4 mil milhões de pessoas (somos mais ou menos sete mil milhões) não têm acesso

a fontes de energia, por isso, quem tem, deve usá-la de forma mais responsável. Esta é a ideia por detrás do Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, lançado pelas Nações Unidas (ONU).

 

Energia é oportunidade. Transforma Vidas, Economias e o Nosso Planeta. Sem acesso à energia sustentável, não pode haver desenvolvimento sustentável. Uma em cada cinco pessoas no planeta ainda não tem acesso à eletricidade moderna. O dobro desse número, três mil milhões de pessoas, dependem da madeira, carvão, carvão ou resíduos animais para cozinhar e aquecer. Numa economia global, isso é injusto - e insustentável.

 

Iniciativa The Sustainable Energy for All

 

O Secretário-Geral lançou recentemente uma iniciativa pioneira, " The Sustainable Energy for All", para mobilizar uma acção global urgente.

A iniciativa traz à mesa todos os setores da sociedade: empresas, governos, investidores, grupos da comunidade e academia.

 

Com esta iniciativa pretende-se alcançar até 2030, as três seguintes metas, escreve a agência AFP.

 

  • Garantir o acesso universal a serviços de energia,
  • dobrar a taxa de implementação da eficiência energética
  • multiplicar por dois a proporção de energia renovável na matriz energética global. 

Em Almada, foi criada a AGENEAL, Agência Municipal de Energia de Almada, com a preocupação de levar a mensagem da eco-eficiência a todas as entidades, empresas e população do concelho. A Agência tem-se constituído como uma plataforma de debate e reflexão sobre este tema e, com o envolvimento dos associados, tem contribuído para reduzir o consumo de energia e as emissões de CO2 em Almada.

A AGENEAL presta também à comunidade um serviço de info-energia, através de atendimento personalizado presencial, telefónico e por e-mail, disponibilizando ao munícipe informação e dicas práticas sobre como utilizar a energia de forma mais eficiente e sustentável.

 

FONTE: http://www.sustainableenergyforall.org/
http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/AMBIENTE/DESTAQUES/DETALHE/?ambiente_destaques_detalhe=63670351&cboui=63670351  
Por: Sofia Marques
publicado por greentalks às 21:04

 

 

O fluxo comercial mundial é bastante penoso para o ambiente pois do local de produção até ao consumo podem-se passar milhares

 

 de quilómetros: por exemplo encontrar maçãs neo-zelandesas no supermercado português ou… encontrar pêra-rocha no mercado britânico ou… o monitor onde está a ler estas letras terá vindo de um país asiático? Com muita probabilidade sim.

 

Antigamente, a banana não teria pegada ecológica pois era comida no local de produção, hoje o cenário mudou – 480g de CO2e por kg (1), bem mais do que os 21g de um café(2). Para transportar as materias em torno do globo, os agentes comerciais usam um mix de transportes: o transporte aéreo para produtos perecíveis, o transporte marítimo para produtos mais duráveis, o ferroviário para transportar, por exemplo, automóveis e o rodoviário para transportar animais.

 

No entanto, testes efetuados por uma das maiores transportadoras mundiais – a MAERSK revela resultados encorajadores em que é utilizado combustível baseado em algas e que ao contrário dos agrocombustíveis não utiliza matéria que poderia ser utilizada como alimento.

 

Um dos grandes entraves à massificação deste paradigma, prende-se com um dos pilares onde assentam os produtos verdes – a falta de economia de escala e que é bastante necessária – pois o combustível marítimo é dos mais poluentes e, por outro lado o crescente aumento do petróleo poderá despoletar uma maior procura por este tipo de soluções.

 

Será por aqui o caminho para as frotas verdes?

 

Baseado no artigo

Cargo boat and US navy ship powered by algal oil in marine fuel trials, Guardian, 13 Janeiro 2012 disponivel aqui


Fontes
 

(1) http://www.guardian.co.uk/environment/green-living-blog/2010/jul/01/carbon-footprint-banana

(2) http://www.guardian.co.uk/environment/green-living-blog/2010/jun/17/carbon-footprint-of-tea-coffee

 

Créditos da imagem

Amêndoas from flickr

 

Por Daniel Souza

publicado por greentalks às 01:09

28
Jan 12

Prender a atenção, fazer a ligação entre o ambiente e o produto, serviço ou marca são os ingredientes necessários para uma boa comunicação «green». É tão simples como inventar um «Roy Sullivan».

 

Façam o exercício: que possíveis marcas, produtos ou serviços podiam ter um Roy Sullivan?  Tiago Pires

 

 

publicado por greentalks às 19:34

27
Jan 12

Para o passado caminhamos.

 

«Os municípios e a EDP devem encontrar soluções tecnológicas no sentido de permitir poupar a factura energética sem apagar tudo (..) sabemos que existem recursos tecnológicos que permitem solucionar este tipo de problemas, no centro e Norte da Europa eles são utilizados», afirma o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio.

 

Numa aldeia na Alemanha cada habitante pode activar a luz pública por telemóvel, conforme as suas necessidades.

Estes cidadãos não ficam desprovidos de um bem essencial, e simultaneamente reduzem custos com a electricidade e emissões de carbono.

 

Já em cinco aldeias de Freixo de Espada a Cinta, Bragança, as medidas de contenção são outras e estão a dar que falar.

Oiçam aqui:

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2268487

 

Fonte: TSF

Mara Lopes

publicado por greentalks às 18:00

Estão vejam estes links…

http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura

 

http://portaldapermacultura.jimdo.com/

 

http://permaculture.org.au/

 

Na minha última sessão de formação do Permaculture Design Course promovido pela Permaculture Association - http://www.permaculture.org.uk - a formadora disse-nos que agora ou fazíamos alguma coisa com o que tínhamos aprendido ou voltávamos para debaixo da pedra e tentávamos viver felizes.

 

Também nos sensibilizou que poderíamos começar de ser chamados de “fluffy hippies” (hippies fofinhos) quando falássemos de permacultura pois iam achar que o que dizíamos não fazia grande sentido. Queria antes dizer que a permacultura é tb um estilo de vida e para a entender é necessário pelo menos experimentá-la durante algum tempo. O que fiz durante uma semana.

 

Ok, assumi o risco! Antes fluffy e hippie do que continuar passiva e apática relativamente às questões de desenvolvimento sustentável.

 

Regressada a casa comecei a aplicar técnicas agrícolas de permacultura no meu pedacinho de terra (uns enormes eh...eh...eh... 20 metros quadrados) cujo o solo é extremamente argiloso e duro - foi por cauda dele que descobri a permacultura -  Neste momento o solo já está mais rico e fofo, produz mais quantidade e mais variedade. Nele estou a criar um micro Florest Garden http://en.wikipedia.org/wiki/Forest_gardening 
ou “jardim comestível” utilizando técnicas de permacultura que engloba a agricultura biológica. O meu terraço transformou-se assim no meu laboratório de praticas permaculturais e sustentáveis.

 

Mas não foi só isso que mudou depois de ter feito o curso de permacultura, tornei-me mais consciente e em consequentemente menos consumista e mais seletiva.

 

Por fim, passados 15 dias de ter regressado, fiz a minha inscrição na pós-graduação que partilhamos e passei a dedicar-me à investigação e, sempre que possível, a fazer trabalho de campo em permacultura e sustentabilidade.

 

Passados estes meses, dou por mim a pensar que a permacultura é um excelente laboratório para a inovação em sustentabilidade: recupera ideias antigas e aplica-as em função do conhecimento e tecnologia presente, é 100% ecológico, culturalmente diverso, promove a partilha de conhecimento entre gerações e culturas. Nos países em vias de desenvolvimento pode gerar a auto-sustentabilidade de pequenas comunidades, uma excelente ferramenta para o comércio justo do ponto de vista do produtor.

 

Em Portugal a permacultura está medianamente representada por grupos ecologicamente mais radicais e das chamadas "comunidades de transição". Muitos dos seus membros aproximam-se mais de um estilo de vida freegan do que ecológico, o que tem simultaneamente divulgado o conceito mas o posiciona numa espécie de “gueto”. Mas lentamente e graças à vertente da agricultura, a permacultura está a começar a chegar a outros públicos da classe média.

 

O grupo com que me identifico e trabalho tenta trazer a permacultura para o mundo da economia real, trabalhando dentro do sistema, apresentando soluções que são de facto ecológicas e socialmente responsáveis, permitem reduzir a pegada ecológica, trabalham os ecossistema como um prestador de serviços e desenvolvemos soluções que podem ser aplicadas em pequenas comunidades ou úteis em termos de educação para a ecológia ou para a sustentabilidade.

 

Foi por acaso que descobri a permacultura mas aderi a pelo menos 70% do conceito…

 

Na Áustria existe um bio agricultor chamado Sepp Holzer, na sua quinta Krameterhof, herança de família, desenvolveu um lucrativo projeto de agricultura biológica. Sepp Holzer já representou a Áustria em alguns eventos internacionais; também já entrou em confronto com grupos de agricultores do seu país.

 

Mas está a fazer escola na europa e o legado de conhecimento está já nas mãos dos seus netos que se tornaram professores de permacultura.

 

Publicado por Cristina Sofia Ferreira  
publicado por greentalks às 16:25

“Momentos Verdes e Saudáveis” – o caso da PT

Esta semana, quero dar-vos a conhecer um projecto de comunicação sustentável que a Portugal Telecom implementou internamente, com o objectivo de sensibilizar os seus colaboradores para a adopção de comportamentos sustentáveis.

A iniciativa chama-se “Momentos Verdes e Saudáveis” e pretende "convencer" os colaboradores da PT a usarem mais regularmente as escadas, em detrimento dos elevadores. O objectivo? Reduzir o consumo de energia e ao mesmo tempo promover a prática de uma actividade saudável.

Pois bem, mas com tantos pisos que têm os edifícios da PT, como terão eles conseguido convencer “a malta” a usar as escadas em vez dos elevadores, devem estar vocês a perguntarem-se.

Simples. A mensagem utilizada recorreu ao humor, usando uma forma de comunicar leve, divertida e fácil de compreender, de modo a captar uma adesão espontânea e alegre por parte dos colaboradores.

Se não vejamos.

Os Resultados? Não foram nada maus. Estamos a falar de 30% de redução no consumo de energia dos elevadores, 3 meses após o lançamento da campanha.

 
Deixem-me só dizer-vos que esta é apenas uma das iniciativas da campanha. Várias outras acções têm vindo a ser desenvolvidas. Outra conquista importante foi a redução de 40% nos consumos de copos de plástico, por exemplo. O incentivo à utilização dos transportes públicos, a promoção das viagens partilhadas e do uso de bicicletas nos pequenos trajectos quotidianos e a recolha de equipamentos eléctricos e electrónicos são mais alguns exemplos que têm vindo a ser trabalhados.  

Aqui está uma forma criativa de alterar hábitos através de uma estratégia de comunicação interna. Não acham que a PT está de parabéns?  

 

Por Cátia Henriques

 

Ps: Desculpem o exemplo estar em pdf, mas a desformatação era tanta que recorri ao ppt :)

 

Fontes:

Gabinete de Comunicação PT

www.telecom.pt

 

publicado por greentalks às 16:00

 

Ora aqui está um bom exemplo da aplicação prática do conceito de eficácia percebida...o nosso grau de consciência em relação ao impacto das acções que praticamos. Por outras palavras, a nossa percepção do quanto podemos fazer a diferença e do poder das nossas acções enquanto indíviduos!

 

Trata-se também de um bom exemplo de uma acção de marketing de guerrilha.

 

Vejam o vídeo (com som):

 

 

 
Por Carolina Afonso

 

publicado por greentalks às 09:46

26
Jan 12

Está a ser desenvolvida a mais recente tecnologia na produção eléctrica. Apelidado de Searaser aparenta vir a ser até ao momento a forma ecológica económica e livre carbono de produção eléctrica.

 

O projecto com inicio de funcionamento agendado para 2014,  consiste no bombeamento usando um pistão vertical entre duas bóias - um sobre a superfície da água - o outro suspenso debaixo d'água e amarrado a um peso no fundo do marÀ medida que a ondulação oceânica, as bóias se movem para cima e para baixo, a bomba de pistão pressurizado injecta água do mar através de tubos para uma turbina Onshore produzindo electricidade.

 

Simples, barata e de produção praticamente constante longo de todo ano (especialmente em zonas costeiras mais turbulentas).

 


 

By David Fonseca


  

publicado por greentalks às 22:12

25
Jan 12

Numa onda das aulas de Inovação, através do projecto Radio FreePlay, surge outra excelente ideia para para beneficiar comunidades de regiões pobres de todo o mundo, onde a eletricidade, em pleno 2012, ainda não chegou.

 

Estima-se que em todo o mundo 1,5 bilhões de pessoas não têm acesso a uma fonte estável e segura de luz. 

 

WakaWaka, nome inspirado na música de Shakira, This Time for Africa, para o Campeonato do Mundo de Africa do Sul, e que na língua africana suaíli quer dizer “brilhar”, é a possível solução para o problema.

 

WakaWaka tem uma placa fotovoltaica para captar a energia do Sol e diodos emissores de luz, o famoso LED, para iluminar, e melhor compacta e de baixo custo, 

 

Pode ser acoplada a uma garrafa PET e, assim, substituir os lampiões de querosene, comumente usado em regiões de vulnerabilidade social, mas que são tóxicos e podem causar asfixias, além de incêndios e explosões.

 

É Segura e economica (menos de US$ 10)

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.wakawakalight.com/wakawaka/Home.html

           

Por: Sofia Marques

publicado por greentalks às 22:22

Anunciado ontem pelo Presidente da Comissão Europeia este prémio pretende inspirar novos empreendedores europeus.

 

No lançamento foi também apresentado o protótipo do Hiriko, um veiculo eléctrico, concebido por Bill Mitchell, do MIT, com engenharia portuguesa a cargo de Armando Gaspar, e financiado por fundos sociais e de desenvolvimento do Pais Basco, Espanha.

 

 

Segundo Durão Barroso, “O Hiriko é simplesmente o tipo certo de projecto para a prioridade certa, contribuindo totalmente para o triplo objectivo nuclear da nossa proposta Europa 2020, que é crescimento inteligente, sustentável e inclusivo, estimulando também a criação de emprego”.

 

Fontes:

RTP1

http://www.greensavers.pt/

http://ccaa.elpais.com/ccaa/2012/01/23/paisvasco/1327348996_674647.html

http://ec.europa.eu/europe2020/index_pt.htm

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 09:48

24
Jan 12

 

 

O CSS (Comércio Solidário e Sustentável), selo que adapta para Portugal o modelo do comércio justo, está à procura de parceiros e investidores. “O selo (…) tem agora o maior desafio pelo frente, o seu crescimento e sustentabilidade”, explicou o seu fundador, Marco Domingues ao Green Savers.

 

Leiam a notícia (aqui), pois é relevante sobretudo para os grupos que estão a trabalhar o tema.

 

Fonte: GreenSavers

 

Nota: Aproveito também para vos recomendar uma visita aos sites da Interbio e da Agrobio, onde podem encontrar mais informação sobre agricultura biológica e que pode ser útil para quem está a trabalhar o B de Bio.

 

 

 

Por Carolina Afonso

publicado por greentalks às 12:40

Encontrei esta ideia da empresa Campbell  Co (empresa Dinamarquesa especialista em Inovação sustentável), e como achei interessante resolvi partilhar.

 

A ideia é um sistema que permita resolver o grave problema do abastecimento de àgua não contaminada ás populações de paises de Àfrica. Tem como base a utilização da força humana (pedalar) no sentido de não haver custos com energia, é direcionado às mulheres como complemento de outras tarefas domésticas. Procura ainda através da armazenagem e posterior venda da àgua purificada, ser uma fonte de rendimento adicional.

  

 

A imagem é bastante exemplificativa, e a ideia parece muito interessante, o único senão será porventura o custo inicial do equipamento, só sendo possivel através de patrocinios de entidades como UNICEF, ou algumas ONG's.

 

Fonte: Campbell Co ApS

 

Por: Paulo Cardoso

publicado por greentalks às 11:43

23
Jan 12

E já que estamos a falar de "lixo" ou como "dar uso ao lixo dos outros" deixo aqui uma ideia que tinha visto há uns tempos.

 

E aproveitando para promover a exposição do VIK Muniz (Domingo é o último dia minha gente), aqui vai:

 

Ora o que fazer com o lixo?

 

O Sr. Justin Gignac teve uma ideia! http://nycgarbage.com/

 

Desde 2001 que recolhe lixo da cidade de Nova Iorque, uma vez por semana que depois coloca em caixinhas de acrílico que são vendidas como arte em galerias. Dependendo do conteúdo das caixas assim vale o lixo. E há lixo muito valioso :) Cada "obra de arte" é única e o lixo da caixa tem o "autêntico aroma da cidade que nunca dorme" pois assim como o recolhe, assim vai para a caixa.

 

Ah... e estas caixinhas podem ser registadas na internet e saber onde anda o lixo nova-iorquino. Em Portugal já temos meia dúzia de obras de arte.

 

Ora aí está uma ideia em como aproveitar o lixo dos outros, limpar as ruas e ainda fazer dinheiro :)

 

 

 

Por

Vera Santos

publicado por greentalks às 23:52

Feita de papel de imprensa, a minha Tela Bag foi produzida com materiais que noutra situação iriam para o lixo. E é muito gira!

 

Do lixo à ribalta, trago-vos a inovadora marca TELA BAGS.

 

 

A TELA BAGS é uma reconhecida marca de eco-design de referência em Portugal. A origem da marca teve como conceito base a sustentabilidade - transforma materiais cujo destino seria o lixo numa colecção de acessórios bonitos e originais.

 

A produção é toda feita em Portugal e cada Tela Bag é uma peça única. Todos os materiais são recicláveis ou reutilizáveis e nenhum é nocivo para o meio ambiente. Todo o processo de produção foi desenhado de forma a minimizar o impacto ambiental.

 

Além de malas, as colecções incluem desde capas para bloco de notas, porta-moedas e porta-chaves, até pochettes e necessaires. Vê mais em: http://www.telabags.net/.

 

Ideal para quem gosta de estar na moda, com uma consciência ecológica activa e única.

 

Votos de uma óptima semana,


Fonte: TELA BAGS (http://www.telabags.net/)

 

Por Maria Rebelo

publicado por greentalks às 20:29

 

Não sendo uma especialista na área de marketing, mas sendo consumidora, o debate sobre a percepção que o consumidor tem dos produtos/ marcas sustentáveis, faz com que me surjam dúvidas para as quais procuro resposta:

  • Conhecemos verdadeiramente o consumidor de produtos sustentáveis?
  • Que valores o inspiram?
  • Qual o caminho a seguir para ir de encontro sua à expectativa?
  • Deverão as marcas apostar num maior envolvimento do consumidor na definição dos produtos/ serviços que satisfaçam as suas necessidades? É isto uma atitude proactiva ou reactiva?

Nas minhas pesquisas encontrei um artigo do senhor Robert H. Bloom, (pelo que fiquei a saber, uma verdadeira autoridade no que respeita a negócios). Tem desenvolvido a sua actividade como consultor estratégico de diversas empresas de variados tamanhos e áreas de negócio, tais como BMW, L’Oreal, Nestle’, TGI Friday’s, Zales, Whirlpool, Southwest Airlines, Nestle’ Juicy-Juice, T-Mobile US, Novartis’ Theraflu and Triaminic. Foi ainda Chairman e CEO da Publicis WOrldwide.

Num artigo recente, em que põe em causa a volatilidade dos mercados e a velocidade com que tudo muda, identifica 5 tendências que, na sua opinião devem ser tidas em conta na gestão de marcas sustentáveis em 2012:

  • A ubiquidade do 2C2 (consumer to consumer)

Em 2012 assistir-se-á a uma mudança de paradigma no que respeita à criatividade e poder de decisão sobre a utilidade e função que os produtos e serviços poderão ter na satisfação das duas necessidades. O consumidor será parte da equipa que constrói e interage directamente nessa decisão em vez de ser um mero espectador.

  • O crescimento da geração “Why”?

 

O crescimento do mercado do 2C2, abre horizontes para uma nova geração de consumidores, mais exigentes, com maior nível de conhecimentos, pondo em causa os valores das próprias marcas, desafiando-as a serem criativas, inspiradoras do ponto de vista da compra sustentável. Como será de esperar, este crescimento dar-se-á em especial nos países emergentes.

 

  • A corrida para a criação de relação com o consumidor

A criação de uma relação de proximidade, duradoura, será uma das apostas das marcas,

em detrimento de uma política insustentável do “preço mais baixo”.

 

  • O imperativo da inovação sustentável das marcas

A inovação passará por envolver todos os stakeholders em todo o processo de desenvolvimento dos produtos, integrando práticas sustentáveis de redução de uso de recursos e de benefícios sociais. Bloom acredita que desta forma, as marcas agirão como agentes de mudança de uma forma mais rápida e com uma extensão maior do que alguma vez se conseguiu atingir.

 

  • A evolução de “Ocupar” para “Comprometer”

 

Em 2011 assistiu-se a diversos movimentos de ocupação, contra a forma de gerir os negócios. Espera-se que em 2012, a tendência das marcas seja para definir políticas de responsabilidade corporativa que abranjam e comprometam todos os stakeholders, com o propósito de integrar não só questões financeiras, mas também questões sociais nas suas operações. As grandes marcas já começam a posicionar-se a este nível com campanhas de sensibilização para a preservação de recursos que são essenciais para a sobrevivência e qualidade de vida das pessoas.

 

Poderão consultar o artigo na íntegra em :

 http://www.sustainablebrands.com/news_and_views/articles/looking-around-corner-five-trends-shaping-sustainable-brands-2012?utm_source=newsletter&utm_medium=designweekly&utm_campaign=january9

 

Por Adriana Jacinto

 

publicado por greentalks às 19:16

Olá a todos,

 

Esta semana, calhou-me o tema do desporto. Ao ver este papelinho, pensei, qual é o tipo de desporto que mais fomenta e desenvolve a componente ambiental e sustentável?? E na qual estou mais á vontade para falar???

 

A resposta para mim foi bastante óbvia, o Surf. Sendo um desporto que depende das condições climatéricas e oceanográficas, os surfistas são os desportistas que mais se preocupam com o ambiente, e consequentemente com a sustentabilidade.

 

É fácil para nós, os surfistas, despertarmos esta consciência desde muito cedo, porque somos nós que frequentamos as praias e observamos os fundos do mar alterados, a quantidade de resíduos que são despejados no mar e vêem parar á praia, bem como a subida do nível do mar.

 

Ao pensar nesta questão, apresento-vos um projecto português de preservação de praias e ondas. Neste projecto, entre outras coisas, realizam-se campanhas de recolha de resíduos precisamente nas praias e também protegem certas ondas que estão em risco de desaparecer devido a construções de marinas ou pontões. Se ficarem curiosos e queiram participar neste projecto super interessante e o qual que já faço parte, dêem uma vista de olhos neste site:

 

http://salvemosurf.org/sos/

 

Se formos ver bem, a maioria das marcas associadas ao surf, estão muito focadas na preservação de recursos naturais, bem como em ajudar as populações que vivem perto das ondas que exploram. Um bom exemplo disso é a Rip Curl, que possui um site inteiramente dedicado á contribuição da marca para o planeta com o mote de “We Surf. We care”. Este site possui uma área que chamam de Save our Surf, em que a sua equipa de surfistas patrocinados consegue ilustrar com frases esclarecedoras e campanhas que realizam, a relação que têm com o mar e a importância que o mar tem para eles, uma das muitas frases que evidenciam claramente o conceito de sustentabilidade - "I hope my kids will have a rich surfing life, unhindered by the efects of pollution" (Tom Curren)

 

http://www.ripcurlplanet.com/

 

É um site muito interessante para os amantes do mar, divulgando acções que desenvolvem nas praias, os seus eco-produtos (possuem uma linha de roupa desenhada de forma sustentável e feita de algodão orgânico, e explicam que reutilizam a borracha que utilizam no fabrico de fatos isotérmicos). Por outro lado, falam da redução de carbono nos seus eventos (ficam ja a saber que o campeonato de surf organizado pela Rip Curl em Portugal foi premiado com a etiqueta de Zero emissões), e de boas práticas tanto no processo de fabrico como fora dele, que ajudam a reduzir a sua pegada ecológica.

 

Obrigado pela vossa atenção.

Até para a Semana!

 

Rita Monteiro



 

publicado por greentalks às 15:16

Baterias que "morrem" com apenas 18 meses de uso, impressoras que bloqueiam ao alcançar um determinado número de impressões, lâmpadas que se fundem ao atingir mil horas… Porque é que será que, apesar dos avanços tecnológicos, os produtos de consumo tendem a durar cada vez menos?

 

Filmado na Catalunha, França, Alemanha, EUA e Gana, o documentário "Obsolescência Programada" faz uma viagem através da história de uma prática empresarial que consiste na redução deliberada da vida útil de um produto para incrementar o seu consumo pois, como foi publicado em 1928 numa revista de publicidade dos EUA, "um produto que não se gasta é uma tragédia para os negócios".


O documentário, dirigido por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela TVE espanhola, é o resultado de três anos de pesquisa. Fazendo uso de imagens de arquivo pouco conhecidas, fornece provas documentadas e mostra as desastrosas consequências ambientais provocadas por esta prática. Apresenta ainda vários exemplos do espírito de resistência que está a crescer entre os consumidores e a análise e opinião de economistas, designers e intelectuais que propõem alternativas para salvar a economia e o ambiente.

 

Vejam o documentário!

 
Por Carolina Afonso

 

publicado por greentalks às 09:22

22
Jan 12

 Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD)- ECO92, realizada entre 3 e 14 de Junho de 1992 no Rio de Janeiro. O seu objetivo principal era buscar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra.

 

 

 

... e já vão mais de 20 anos e as palavras podiam ser hoje as mesmas, um discurso contemporâneo ...

 (dá que pensar!!)

 

 

by David Fonseca

publicado por greentalks às 23:40
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