28
Fev 12

Alguém já ouviu falar do conceito “Flawsome”?? Eu ainda não interiorizei a palavra, mas o conceito parece me claramente uma forte tendência das marcas.

Flawsome é um conceito que sugere que as marcas como as pessoas tem defeitos e falham, e que não devem tentar esconder isso por baixo do tapete. Este tipo de mentalidade tem um comportamento de coragem associado, dado que será complicado para alguma marcas assumirem os seus erros.

HUMAN BRANDS

                 TRANSPARENCY TRIUMPH

Segundo este estudo as pessoas cada vez mais querem marcas humanas e transparentes.

Vejam alguns exemplos neste artigo que demonstra como algumas marcas se expõem de facto a todos os seus consumidores e assumem os seus erros.

Fonte:http://trendwatching.com/pt/briefing/

Patrícia Oliveira

 

publicado por greentalks às 12:31

27
Fev 12

A empresa Cool Heaven criou um novo conceito de casa "resistente, económica e ecológica".

As suas características de versatilidade, bem como a rapidez da construção,  permitem uma rápida alteração da dimensão, bem como ser desconstruída ou mudada de lugar.

Desta forma, pode facilmente adaptar-se às alterações do agregado familiar, através da redução ou acréscimo de módulos, permitindo uma adaptação lógica e funcional, dependendo das necessidades. 

Os promotores da ideia afirmam que esta casa não pode ser comparada aos modelos pré-fabricados, pois para além da resistência e longevidade, apresenta o forte facto da longevidade.

Este produto inovador na área das soluções imobiliárias unifamiliares,  deverá ser colocado no mercaso a partir dos finais deste ano.

Esta é uma solução que preenche os requisitos do equilibrio entre a componente económica, social e ambiental.

A grande inovação da Coolhaven é o método construtivo, onde as várias componentes se interligam quase como um jogo de legos. A estrutura é constituída por um conjunto de componentes que podem ser de múltiplas formas.                                       

Carcterísticas Marcantes:

 

  • Capacidade de mudança (Crescimento e retração)
  • Flexibilidade e Adaptabilidade
  • Modularidade;
  • Estética;
  • Custo fixado à partida sem alterações posteriores;
  • Desempenho funcional (eficiência energética e conforto);
  • Industrialização e Pré-fabricação
  • Customização em massa
  • Contentorização para transporte;
  • Reciclagem ou Reutilização
  • Segurança (sísmica e de resistência ao fogo).

 

Por Diana Correia

 

 

 

publicado por greentalks às 23:30

 

Ontem à noite foi apresentada a nova camisola da selecção portuguesa para o EURO 2012 na Polónia. O evento serviu para mostrar a nova imagem da camisola, a cruz que ocupa todo a camisola, dado que o tema era "Os novos descobrimentos". Este novo equipamento é feito a partir de 8 garrafas de plástico para a camisola e 5 para os calções.

 

Fonte:

http://sicnoticias.sapo.pt/desporto/article1364275.ece

 

Patrícia Oliveira

publicado por greentalks às 10:29

26
Fev 12

Plataforma 1st and Green - Um projecto de Public Engagement

 

 

Sim, estou a falar daquele evento desportivo visto por mais de 100 milhões de pessoas em 232 países, dizem mesmo que é o espectáculo mais visto na Terra. É só o evento que apresenta a publicidade mais cara da televisão, em que os marketeers não se importam de estoirar o budget só para lá estarem.

 

E como nós por cá, a febre é mais com bola no pé, dou-vos mais uns números, só para vos elucidar melhor da dimensão desta máquina comunicacional. No passado dia 5 de Fevereiro, durante a final da competição, no Twitter da NFL, registaram-se em média 12.233 tuítes por segundo. Coisa pouca…  

 

Pois, mas tanto número à mistura não gera coisa boa, de certeza. Ou não estivéssemos a falar do segundo dia com maior consumo de comida nos Estados Unidos. Dá para imaginar toda a sustentabilidade ambiental que para aqui vai…

 

Mas já há promessas para um 2012 mais sustentável. Parece que o Super Bowl vai aderir ao green mode :)

 

Podia aqui enumerar uma série de medidas que estão a tomar para reduzir impactos, mas o que mais me despertou a atenção foi mesmo a criação da plataforma 1st and Green.

 

Fresquinhos que estamos em Public Engagement, acho que temos aqui um bom exemplo. O comité anfitrião do próximo campeonato juntou uma série de stakeholders, com o objectivo de envolver a população num desafio comum: a consciência ambiental.

 

Para isso, criaram o 1st and Green Challenge e convidaram empresas, escolas, famílias, governos, a registarem na plataforma o que fazem no dia-a-dia para um mundo melhor. Esta plataforma vai então controlar a vida verde destes grupos, ensinando-lhes formas de aumentarem o seu impacto.

 

Giro giro, é podermos ver o impacto das nossas acções em dois contadores que nos mostram quantas emissões de co2 compensamos e quanta água estamos a poupar.


Quem economizar mais água e carbono até ao início da competição será reconhecido em Georgia Street, durante a semana antes do Super Bowl.

 

Aqui está uma boa forma de comunicar envolvendo. O resultado? É win win. Ganha o Super Bowl – confiança e reputação -, e ganhamos todos, um Mundo um bocadinho mais green, esperemos :)

 

Por Cátia Henriques

 

Fontes

 

http://www.indianapolissuperbowl.com/highlights/?p=1017

 

http://inhabitat.com/7-ways-the-superbowl-xlvi-is-going-green/

publicado por greentalks às 15:55

Steven Johnson reflecte sobre o processo criativo...

 

 

fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 13:06

25
Fev 12
Se analisarmos com atenção os sete pecados do greenwashing abordados na aula, o IKEA não se enquadra em nenhum deles e portanto não se pode dizer que o IKEA esteja a fazer greenwashing mas poderíamos sim discutir sobre as práticas de certificação do FSC.
Assim o caso em baixo relata de uma forma bastante clara a importãncia de dar atenção ao fornecedor com o qual se trabalha pois por último, na perceção do consumidor quem sai a perder é o ponto de contato com o consumidor - a marca IKEA.
Por: Daniel Souza
publicado por greentalks às 01:02

24
Fev 12

A apple ainda não sabe o que são os 3 Ps ...

 

Hoje na EURONEWS vi a seguinte notícia:

http://pt.euronews.net/2012/02/24/clientes-apple-exigem-producao-responsavel/

 

"Clientes da Apple manifestam-se na Califórnia contra as condições de trabalho nas fábricas chinesas que alimentam a marca. Nos últimos anos, suicidaram-se 18 trabalhadores da Foxconn, uma das maiores fornecedoras da empresa de Steve Jobs.

Esta manifestante diz que veio até aqui para denunciar as práticas das grandes empresas estrangeiras no mercado chinês.

“Somos também trabalhadores e defendemos que as pessoas devem ter direito a um salário melhor”.

“Sou uma cliente da Apple e também me sinto responsável, quero ter a certeza de que a companhia que apoio tem uma filosofia de trabalho saudável”.

Os trabalhadores da Foxconn são predominantemente jovens, adolescentes de 17 e 18 anos, do interior do país e de origens pobres, obrigados a viver em dormitórios, que partilham com sete pessoas e trabalham seis dias por semana.

A queixa mais frequente tem a ver com os baixos salários."

 

Em pesquisa feita no site a apple .pt e .com só encontrei dados sobre o P de Planet.

http://www.apple.com/pt/environment/

 

Se calhar a co-criação pode ser mais do que o consumidor dizer que tipo de produto pretende... Sem dúvida que é inovador do ponto de vista tecnológico e económico. E será inovador do ponto de vista social?...

 

E se todo o Planeta cumprir a legislação que existe na Europa, por exemplo, ao nível do ambiente, salários e higiene e segurança no trabalho será que a economia não seria mais justa para todos? Não seria uma grande passo para o desenvolvimento sustentável?

 

Será que estamos disposto a pagar mais pelos i.phone para que quem produz o aparelho tenha as mesmas regalias que um europeu ou americano, ou é preferível a estratégia que se está a seguir de retirar direitos a todos os povos do planeta em favor de poucos, numa estranha ilusão de normalidade ou de mercados geridos por uma qualquer entidade celestial omnipresente que anda meio desatenta...

 

Será que estamos a caminho de uma sociedade como a descrita por Saramago no "Ensaio sobre a Cegueira"?

 

O pior cego é aquele que não quer ver ou em país de cegos quem tem olho é rei?

 

Be a Apple: Think different... and do different!

Cristina Sofia Ferreira

publicado por greentalks às 16:13

Alguns exemplos de que é possivel e uma vantagem. Da eficiência à inovação «everything matters».

 

 

 

Por: Paulo Cardoso

publicado por greentalks às 16:10

 

Se é verdade que cada vez há uma maior consciência ecológica por parte dos consumidores, existem também várias barreiras que dificultam que a atitude passe à prática. Carolina Afonso, investigadora em marketing sustentável, explica que as maiores barreiras são mesmo o preço e a falta de informação. E que cabe às marcas fazer o trabalho de edução e informação junto do consumidor.

 

Ler mais:

http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=11777

publicado por greentalks às 09:42

23
Fev 12

Como é que o Rock In Rio tem comunicado o projecto “Rock in Rio por um Mundo Melhor”?

O rock in rio desde há muito que é conhecido pela associação a causas sociais, fazendo questão de relacionar intrinsecamente essa iniciativa
com a actividade comercial, enquanto potenciador de eventos de grande dimensão, no mundo do espectáculo e da música.

Fez da música a sua linguagem universal, conseguindo sensibilizar agentes um pouco por todo o mundo.

A receita obtida com o projecto Por Um Mundo Melhor,reverteu na totalidade para projectos sociais.

Ao longo dos últimos 11 anos e das suas 8 edições, investiu 5.103.354, 43 de euros, em projectos de âmbito social e ambiental.

Entre outras coisas dinamizou acções tais como:

Plantação de 40mil árvores; Financiamento  da construção de uma escola na Tanzânia e de um Centro de Saúde no Maranhão;

Educou 3200 estudantes do ensino obrigatório do Rio de Janeiro; Instalou 760 painéis solares em 38 escolas públicas em Portugal;

Silenciou 3 mil rádios e 500 canais de TV por 3 minutos de silêncio por um Mundo Melhor no Brasil; Investiu num extenso plano para redução de emissões de CO2 do evento a nível internacional;

Compensa 100% das emissões de CO2 do evento;

Disponibiliza um manual de boas práticas para os parceiros com quem cooperam, de forma a comprometê-los com atitudes mais sustentáveis;

Foi o primeiro evento 100% reciclado em Portugal e Brasil;

 

Ao longo do tempo, foi integrando as questões sociais com as ambientais, conferindo ao projecto uma maior abrangência, assumindo em 2010, o
Desenvolvimento Sustentável, como mote para o evento.

Para 2012, pretende manter esta temática da sustentabilidade, realçando aspectos como a cidadania activa, empreendorismo e voluntariado,
através de iniciativas como, a Gincana Rock In Rio, cujos fundos revertem para causas sociais, bem como dinamiza outras acções, como é o caso dos Green Project Awards, com uma categoria, Rock In Rio Atitude Sustentável, onde se pretende premiar as boas práticas diárias de sustentabilidade.

A Gincana Rock in Rio apresenta-se como um desafio com 5 cinco tarefas distintas e um jogo online, em que se pede às escolas de todo o país
(Continente e Ilhas), públicas e privadas, do ensino básico e secundário, que mobilizem a comunidade em torno de ações que concretizem os três pilares do desenvolvimento sustentável: economia, ambiente e social, com o objetivo de sensibilizar para a importância de uma participação ativa, em que cada um faz a diferença e todos juntos farão um Mundo Melhor.

No site é bem evidente a ligação às redes sociais e a interacção com o público, o qual é chamado a participar, tanto na eleição dos seus
artistas favoritos para o espectáculo, como no que respeita ao seu projecto social, nomeadamente através do voluntariado.

Denota-se também a transparência das actividades desenvolvidas, existindo mesmo uma área dedicada aos parceiros, onde é exposto o Plano de
Sustentabilidade do Rock in Rio.

 

Por Diana Correia

 

publicado por greentalks às 23:59

Estou a reler a minha tese de mestrado, porque vou defende-la entretanto, e com a informação que encontrei - sobre comunicação e sustentabilidade - fiz este desenho.

 

*Os designers sabem trabalhar com o photoshop e os consultores com o powerpoint.

 

Por André Milheiro

publicado por greentalks às 19:55

 

 

Numa altura em que tanto se fala de marketing de causas, deixo-vos as conclusões de um estudo americano, realizado pela Cone Communications, em 2010.

 

Oitenta e três por cento dos consumidores desejam mais dos seus produtos, serviços que beneficiam causas, segundo o estudo 2010 Cone Cause Evolution.

 

Os consumidores esperam que os negócios continuem a cumprir sua responsabilidade social mesmo durante uma recessão (81%), sendo que 64% dos consumidores assumem que a resposta das empresas às questões ambientais e sociais foi a adequada.

 

O relatório também conclui que 41% dos consumidores compraram um produto no último ano porque estava associado a uma causa social ou ambiental, um duplo aumento desde que a Cone começou a fazer benchmarking de campanhas de marketing de causa, em 1993.

 

O Marketing de causas continua a ganhar peso na decisão de compra dos consumidores, de acordo com o estudo. 88% dos entrevistados, dizem ser aceitável que as empresas envolvam questões ou causas em seu marketing, 85% têm uma imagem mais positiva de um produto ou empresa quando este suporta uma causa com a qual se preocupam, e 80% são susceptíveis a mudar de marca, semelhante em preço e qualidade, para uma que apoie uma causa.

 

No que respeita a novas marcas, 61% dos entrevistados afirmam que estariam dispostos a experimentar uma nova marca ou que fosse desconhecida para eles, e 46% gostariam de experimentar marcas genéricas ou marcas próprias. O estudo também mostra que quase um em cada cinco  consumidores (19%) estaria disposto a comprar uma marca mais cara.

 

“O posicionamento da marca voltado para uma causa é uma óptima oportunidade para que as companhias ampliem a actuação para além dos seus mercados e ampliar a exposição a potenciais novos mercados,” diz Alison Da Silva, vice-presidente executivo da Cone.

 

Detalhando um pouco mais o estudo, este conclui que as mães e jovens (18-24 anos) são os consumidores mais conscientes com as causas.

95% das mães, acham aceitável o marketing de causas (contra a média de 88%), e 92% desejam comprar um produto para apoiar uma causa (vs. Média de 81%).

 

Os jovens são mais propensos a trocar de marca (93% vs. média de 80%), e compraram mais produtos de causas no ano passado do que qualquer outro grupo (61% contra média de 41%). Noventa e quatro por cento dos jovens pesquisados consideram o marketing de causa aceitável (versus média de 88%) e mais da metade (53%) comprou um produto que beneficia uma causa este ano (contra a média de 41%).

 

O apoio de uma empresa a questões sociais ou ambientais também apresenta alguma importância para as decisões desse grupo fora das lojas, incluindo as decisões de onde trabalhar (87% contra média de 69%) e onde investir (79% contra média de 59%), de acordo com o estudo.

 

Segundo a agência, os consumidores americanos também desejam que as empresas continuem a priorizar o apoio a questões das comunidades locais (46%) e regionais (37%), embora eles (17%) comecem a reconhecer a necessidade de enfrentar problemas globais.

 

As principais causas que os consumidores desejam que as empresas apoiem:

  • Desenvolvimento Económico: 77%
  • Saúde e doenças: 77 %
  • Combate à fome: 76%
  • Educação: 75%
  • Acesso à água potável: 74%
  • Catástrofes: 73%
  • Meio Ambiente: 73%

 

*Artigo publicado no site Bio2: http://www.bio2.com.br/Artigo.aspx?id=3915

 

Adriana Jacinto

publicado por greentalks às 19:54

21
Fev 12

 

O European Green Capital Award é uma iniciativa da Comissão Europeia para premiar  as iniciativas por parte das cidades europeias que tem alto níveis de desempenho ambiental, tem metas ambiciosas de melhoria ambiental e desenvolvimento sustentável e que assim sirvam de exemplo a futuras premiadas.

 

2010 – Estocolmo

2011 – Hamburgo

2012 – Vitoria-Gasteiz

2013 – Nantes

2014 – ?

2015 – Lisboa? (soltem as iniciativas aqui)

 

Para saberem também de iniciativas em Portugal passem pela Urbaverde na Exponor entre os dias 12 a 14 de Abril (mais)

 

Vitoria-Gasteiz A premiada de 2012

 

 

Por Daniel Souza

* escrito de acordo com o Novo Acordo Ortográfico *

 

Fontes:

A fresh look at the best of Spain, Monocle 51(06) March 2012

http://ec.europa.eu/environment/europeangreencapital/index_en.htm

publicado por greentalks às 23:29

Por Daniel Souza
publicado por greentalks às 12:49

20
Fev 12

 

No âmbito de um concurso, realizado pelo governo da região da Calábria (Itália), três designers italianos, Francesco Colarossi, Giovanna Saracino e

Luisa Saracino, criaram um projeto que pretende transformar uma ponte comum num gerador capaz de produzir mais de 40 milhões de kw/h de electricidade por ano utilizando apenas a energia do vento e do sol.

 

 

 

O projecto, baptizado de Solar Wind, pretende aproveitar o espaço inutilizado de um viaduto existente no sul de Itália para instalar 26 turbinas eólicas que poderão gerar 36 milhões de kw/h de energia anualmente.

 

 

Ao longo dos 22 Km da ponte serão instalados painéis solares que captarão a energia do sol e a transformarão em 11.200 kw/h de eletricidade. Segundo os autores do projecto, a energia total gerada pela ponte poderá abastecer cerca de 15 mil casas.

 

As restantes áreas do viaduto serão transformadas num parque, onde os motoristas podem fazer pausas para descansar e apreciar a vista da costa italiana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/fevereiro/projeto-transforma-ponte-em-gerador-de-energia

 
Por Isabel Ambrósio
 
publicado por greentalks às 12:10

 

Arte sustentável...alerta de consciências! 

 

Utilizando unicamente plástico, recolhido nas ruas de Joanesburgo, e uma pistola de ar quente a arte acontece.

Mbongeni Buthelezi, com formação na Johannesburg Art Foundation, e posteriormente na University of the Witwatersand, já viu o seu trabalho exposto em locais tão diversos como o Museum of African Art, em Nova Iorque, o Goch Museum, na Alemanha ou na Bienal de Praga.

 

Segundo o próprio artista o seu trabalho resume-se a experimentar algo que as pessoas pensam que é nada e transformar em alguma coisa.

 

 

Ganhe um pouco do seu tempo e faça uma visita virtual à sua obra, em http://www.plastic-arts.net/

 

Fonte: http://www.joburg.org.za/index.php?option=com_content&view=article&id=7725&catid=88&Itemid=266

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 10:52

 

 

Os biocombustíveis também emitem carbono como se pode ver em cima e alguns como o feijão de soja, o óleo de canola e palma até são mais poluentes que o petróleo.

 

Existem, tal como nas redes dos telemóveis, as gerações dos biocombustíveis que, mais uma vez como os telemóveis já vão no 4G e que vão evoluindo no sentido de deixar de usar culturas que podiam servir para consumo humano até deixar de usar terra arável.

 

Em cima refere-se aos biocombustíveis 2G - que recorrem a terra aráveis com produções que não servem para consumo humano ou então culturas não alimentares e resíduos e portanto não recorrem à terra.

 

* escrito de acordo com o novo acordo ortográfico *

 

Por Daniel Souza

 

Fontes

Palm oil biodiesel 'worse than crude oil', Guardian weekly, 10.02.2012

http://www.biofuelsdigest.com/bdigest/2010/05/18/3g-4g-a-taxonomy-for-far-out-%E2%80%94-but-not-far-away-%E2%80%94-biofuels/

 

Imagem

http://www.flickr.com/photos/82862943@N00/1437039764/sizes/l/in/photostream/

publicado por greentalks às 01:15

Apesar da companhia aérea nacional ter ganho um prémio de sustentabilidade bastante recentemente, o espaço aéreo europeu tem sido pautado pela guerra do carbono entre a Europa e o resto do mundo.

 

As pretensões da Europa relacionam-se com a cobrança de uma taxa sobre as emissões de carbono em todos os voos que aterrem ou descolem da Europa mas, as companhias aéreas chinesas não têm intenção de pagar as taxas embora Markus Ederer, embaixador europeu, afirme que as viagens Europa – China encareçam em apenas dois euros.

 

Já Victoria Moores, diretora-geral de comunicação da associação de companhias aéreas europeias, afirma que estas medidas podem comprometer a competitividade das companhias europeias.

 

Uma vez que este tema das emissões dos aviões voltou a estar em cima da mesa, talvez fosse uma boa altura para iniciar um pensamento sério sobre como repensar o tráfego aéreo e reduzir o seu impacto, de forma a refletir sobre o triple bottom line na indústria da aviação.

 

* escrito de acordo com o Novo Acordo Ortográfico *

Por: Daniel Souza

 

Fotografia:

http://www.flickr.com/photos/hilberer/4520910305/

 

Fontes:

‘Guerra do carbono’ prejudica sector europeu da aviação’ , Diário Económico 7 de Fevereiro 2012

publicado por greentalks às 00:18

19
Fev 12

Pois é.. Uma coisa "descartável" pode ser mais sustentável. Viajar de avião não é muito sustentável, mas já que o fazemos ao menos usamos produtos mais amigos do ambiente.

 

 

A matéria-prima destes Kit's foi substituida por matérias de fibras naturais e mais facilmente degradáveis.

 

Mais informações:

 

http://www.tapportugal.com/PressRelease/pt/site-ingles-travel-plus-distingue-politicas-de-sustentabilidade-da-companhia-aerea-portuguesa

 

 

http://www.greensavers.pt/2012/02/13/bolsas-de-toilette-da-tap-ganham-premio-de-sustentabilidade

 

 

Vera Santos

publicado por greentalks às 12:38

18
Fev 12

I LOHAS é uma marca de água no Japão. Preocupa-se com a sustentabilidade tal como muitas outras...no entanto, fá-lo de forma um pouco mais estilosa:

 

 

 

Tiago Pires

publicado por greentalks às 16:29

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