08
Fev 12

Ontem participei na Conferência 5 anos pelo Desenvolvimento Sustentável em Portugal da APAN. Cheguei bastante atrasado, mas a tempo de assistir à apresentação de John Dalla Costa, fundador da CEO – Centre for Ethical Orientation, consultora, sediada em Toronto, que trabalha questões relacionadas com a ética nas organizações. Não registei, mas terá sido algo como ”this is an incredible image, I love design” – o que afirmou John a propósito da marca do evento. Confirmem vocês mesmos. Uma vulnerável folha suplantada pelo consumismo. Pedra, papel ou tesoura! Podem adivinhar o terceiro elemento - folha, código de barras, XXX. Sustentabilidade ambiental, poder económico, XXX!?

 

 

Porque anteriormente se tinha introduzido a questão da compliance e da sua importância para a comunicação corporativa, Dalla Costa referiu que a sustentabilidade não é acerca do que vem nos códigos, é sobre muitas questões paras as quais não temos respostas. E apresentou a imagem de um navio cargueiro quase tombado como o Costa Concordia - "a resposta não será colocar mais contentores no barco, mas evitar o seu naufrágio", sem ser necessário pôr em causa a coragem do capitão, acrescento eu.

John comparou o actual contexto de crise com o período de recessão de Wall Street dos anos 30. Nessa altura, para relançar o negócio depois da crise, porque há empresas pouco ou nada afectadas que continuam a sua actividade as usual, a Johnson & Johnson estabeleceu que primeiro teria em conta os consumidores, seguidamente os colaboradores e por último os shareholders. Em contrapartida, e mais recentemente, alguns modelos apoderaram-se da sustentabilidade para fazer negócio. Não há empresa com elevada pegada ecológica, digna, a quem não seja reconhecida a excelência do seu trabalho de sustentabilidade - empresas extractoras, petrolíferas, tabaqueiras, etcetera.

Terá uma empresa que não actua responsavelmente legitimidade para alterar comportamentos? Vivemos um problema económico - dos mercados e dos políticos - ou uma crise que reconhece limites para o desenvolvimento?

 

JOHN DALLA COSTA'S BLOG – URGENT MATTERS

 

E sem esquecer o mérito da APAN, podem clicar.

 

 

Por André Milheiro

publicado por greentalks às 16:07

Qual a melhor forma de evidenciar que é necessário remodelar as infra-estruturas e torná-las mais eficientes? Não sei ao certo. Mas penso que esta iniciativa consegue transmitir a ideia de que mesmo em construções antigas, é possível evoluir em questões de fornecimento de energia.

 

Segundo John Alker, Director de Comunicação no UK Green Building Council, este makeover é realizado em monumento emblemáticos e tem como objectivo não melhorar de facto a sua eficiência energética, mas também incentivar a eficiência energética a nível micro.

Este projecto já está presente nalgumas cidades, como a Torre Eiffel, na Opera House em Sidney, na cidade do Vaticano e no Empire State Building nos EUA.

 

Agora é a vez da Tower Bridge, que pretende preparar os cidadãos para o que diz ser o os jogos olímpicos mais amigos do ambiente de sempre. Segundo a cidade de Londres, irão reduzir em 40% o consumo de energia e tornar a manutenção e operação menos dispendiosa.

 

Fonte:

http://www.ecoseed.org/newsletter.php?url=edition.cnn.com/2012/02/07/world/famous-buildings-retrofit/index.html

 

Patrícia Oliveira

publicado por greentalks às 10:03

A propósito de um post colocado pela Mara, deixo aqui um artigo de uma fábrica nos EUA onde se produz o VW Passat, a Volkswagen Chattanooga. É uma das medidas incorporadas na nova filosofia Think Blue.

Como se referiu no caso da Toyota Prius, não resolve os problemas inerentes à mobilidade e à exacerbada produção industrial que se verifica em quase todo o mundo, mas tenta minimizar alguns dos impactes.

É a primeira fábrica a receber esta certificação Platinum.

 

Fontes:

http://www.prnewswire.com/news-releases/volkswagen-chattanooga-becomes-worlds-first-leed-platinum-automotive-manufacturing-plant-with-design-and-construction-management-from-ssoe-group-138875459.html

 

 

Patrícia Oliveira

publicado por greentalks às 09:25

Todos os que se consideram consumidores conscientes tentam fazer as melhores opções de compra, seja pela empresa escolhida ou pelo sítio onde se compre.

No nosso dia-a-dia tomamos decisões tendo em vista o desenvolvimento da nossa sociedade e do mundo em geral. No entanto é mais fácil decidir quando se está mais perto da comunidade,dado que se conhece melhor a realidade.

Mas e se viesse alguém de fora da comunidade e deitasse a perder os avanços feitos pelas comunidades locais, não por opção consciente mas por falta de informação.

 

Este tipo de situação pode acontecer quando decidimos ir viajar para outro país, conhecer outras culturas, divertir-nos e relaxar. Acontece que ao fazermos estas viagens podemos estar a por em causa as actividades dessas comunidades, dessas cidades ou mesmo dos países.

Esta foi uma das razões porque se criou o GreenPassaport. Esta iniciativa foi desenvolvida pela International Task Force antravés do plano do Desenvolvimento do Turismo Sustentável, tendo a visão clara de que é preciso acelerar uma mudança global de paradigma no consumo e produção sustentável (SCP). Esta preocupação surgiu no  World Summit on Sustainable Development (WSSD), que teve lugar em Joanesburgo em 2002.

 

Através desta iniciativa os viajantes conseguem conhecer a realidade comercial de cada país e as suas actividades mais ou menos sustentáveis. Assim os criadores propõem-se a que não se destrua o trabalho desenvolvido pelas comunidades e apoiem as empresas e locais turísticos que assentem em políticas sustentáveis.

O primeiro destino onde foi implementada a campanha do GreenPassaport foi no Brasil e já se espalhou por outros países.

 

 

Vejam mais em:

http://www.unep.fr/greenpassport/

 

 

Patrícia Oliveira

publicado por greentalks às 08:44

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