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Fev 12

Como é que o Rock In Rio tem comunicado o projecto “Rock in Rio por um Mundo Melhor”?

O rock in rio desde há muito que é conhecido pela associação a causas sociais, fazendo questão de relacionar intrinsecamente essa iniciativa
com a actividade comercial, enquanto potenciador de eventos de grande dimensão, no mundo do espectáculo e da música.

Fez da música a sua linguagem universal, conseguindo sensibilizar agentes um pouco por todo o mundo.

A receita obtida com o projecto Por Um Mundo Melhor,reverteu na totalidade para projectos sociais.

Ao longo dos últimos 11 anos e das suas 8 edições, investiu 5.103.354, 43 de euros, em projectos de âmbito social e ambiental.

Entre outras coisas dinamizou acções tais como:

Plantação de 40mil árvores; Financiamento  da construção de uma escola na Tanzânia e de um Centro de Saúde no Maranhão;

Educou 3200 estudantes do ensino obrigatório do Rio de Janeiro; Instalou 760 painéis solares em 38 escolas públicas em Portugal;

Silenciou 3 mil rádios e 500 canais de TV por 3 minutos de silêncio por um Mundo Melhor no Brasil; Investiu num extenso plano para redução de emissões de CO2 do evento a nível internacional;

Compensa 100% das emissões de CO2 do evento;

Disponibiliza um manual de boas práticas para os parceiros com quem cooperam, de forma a comprometê-los com atitudes mais sustentáveis;

Foi o primeiro evento 100% reciclado em Portugal e Brasil;

 

Ao longo do tempo, foi integrando as questões sociais com as ambientais, conferindo ao projecto uma maior abrangência, assumindo em 2010, o
Desenvolvimento Sustentável, como mote para o evento.

Para 2012, pretende manter esta temática da sustentabilidade, realçando aspectos como a cidadania activa, empreendorismo e voluntariado,
através de iniciativas como, a Gincana Rock In Rio, cujos fundos revertem para causas sociais, bem como dinamiza outras acções, como é o caso dos Green Project Awards, com uma categoria, Rock In Rio Atitude Sustentável, onde se pretende premiar as boas práticas diárias de sustentabilidade.

A Gincana Rock in Rio apresenta-se como um desafio com 5 cinco tarefas distintas e um jogo online, em que se pede às escolas de todo o país
(Continente e Ilhas), públicas e privadas, do ensino básico e secundário, que mobilizem a comunidade em torno de ações que concretizem os três pilares do desenvolvimento sustentável: economia, ambiente e social, com o objetivo de sensibilizar para a importância de uma participação ativa, em que cada um faz a diferença e todos juntos farão um Mundo Melhor.

No site é bem evidente a ligação às redes sociais e a interacção com o público, o qual é chamado a participar, tanto na eleição dos seus
artistas favoritos para o espectáculo, como no que respeita ao seu projecto social, nomeadamente através do voluntariado.

Denota-se também a transparência das actividades desenvolvidas, existindo mesmo uma área dedicada aos parceiros, onde é exposto o Plano de
Sustentabilidade do Rock in Rio.

 

Por Diana Correia

 

publicado por greentalks às 23:59

Estou a reler a minha tese de mestrado, porque vou defende-la entretanto, e com a informação que encontrei - sobre comunicação e sustentabilidade - fiz este desenho.

 

*Os designers sabem trabalhar com o photoshop e os consultores com o powerpoint.

 

Por André Milheiro

publicado por greentalks às 19:55

 

 

Numa altura em que tanto se fala de marketing de causas, deixo-vos as conclusões de um estudo americano, realizado pela Cone Communications, em 2010.

 

Oitenta e três por cento dos consumidores desejam mais dos seus produtos, serviços que beneficiam causas, segundo o estudo 2010 Cone Cause Evolution.

 

Os consumidores esperam que os negócios continuem a cumprir sua responsabilidade social mesmo durante uma recessão (81%), sendo que 64% dos consumidores assumem que a resposta das empresas às questões ambientais e sociais foi a adequada.

 

O relatório também conclui que 41% dos consumidores compraram um produto no último ano porque estava associado a uma causa social ou ambiental, um duplo aumento desde que a Cone começou a fazer benchmarking de campanhas de marketing de causa, em 1993.

 

O Marketing de causas continua a ganhar peso na decisão de compra dos consumidores, de acordo com o estudo. 88% dos entrevistados, dizem ser aceitável que as empresas envolvam questões ou causas em seu marketing, 85% têm uma imagem mais positiva de um produto ou empresa quando este suporta uma causa com a qual se preocupam, e 80% são susceptíveis a mudar de marca, semelhante em preço e qualidade, para uma que apoie uma causa.

 

No que respeita a novas marcas, 61% dos entrevistados afirmam que estariam dispostos a experimentar uma nova marca ou que fosse desconhecida para eles, e 46% gostariam de experimentar marcas genéricas ou marcas próprias. O estudo também mostra que quase um em cada cinco  consumidores (19%) estaria disposto a comprar uma marca mais cara.

 

“O posicionamento da marca voltado para uma causa é uma óptima oportunidade para que as companhias ampliem a actuação para além dos seus mercados e ampliar a exposição a potenciais novos mercados,” diz Alison Da Silva, vice-presidente executivo da Cone.

 

Detalhando um pouco mais o estudo, este conclui que as mães e jovens (18-24 anos) são os consumidores mais conscientes com as causas.

95% das mães, acham aceitável o marketing de causas (contra a média de 88%), e 92% desejam comprar um produto para apoiar uma causa (vs. Média de 81%).

 

Os jovens são mais propensos a trocar de marca (93% vs. média de 80%), e compraram mais produtos de causas no ano passado do que qualquer outro grupo (61% contra média de 41%). Noventa e quatro por cento dos jovens pesquisados consideram o marketing de causa aceitável (versus média de 88%) e mais da metade (53%) comprou um produto que beneficia uma causa este ano (contra a média de 41%).

 

O apoio de uma empresa a questões sociais ou ambientais também apresenta alguma importância para as decisões desse grupo fora das lojas, incluindo as decisões de onde trabalhar (87% contra média de 69%) e onde investir (79% contra média de 59%), de acordo com o estudo.

 

Segundo a agência, os consumidores americanos também desejam que as empresas continuem a priorizar o apoio a questões das comunidades locais (46%) e regionais (37%), embora eles (17%) comecem a reconhecer a necessidade de enfrentar problemas globais.

 

As principais causas que os consumidores desejam que as empresas apoiem:

  • Desenvolvimento Económico: 77%
  • Saúde e doenças: 77 %
  • Combate à fome: 76%
  • Educação: 75%
  • Acesso à água potável: 74%
  • Catástrofes: 73%
  • Meio Ambiente: 73%

 

*Artigo publicado no site Bio2: http://www.bio2.com.br/Artigo.aspx?id=3915

 

Adriana Jacinto

publicado por greentalks às 19:54

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