31
Jan 13

Trata-se de um video viral que já tem uns anitos, mas que continua bastante atualizado, uma vez que fala do consumismo exagerado que atualmente praticamos, assim como das suas consequências.

 

Annie Leonard defende a sustentabilidade no consumo numa perspetiva de ciclo, tal como já foi referido diversas vezes nas nossas aulas. No entanto, nunca é demais relembrar como funciona o sistema, assim como os seus inputs e outputs.

 

De acordo com Annie Leonard, a única forma que temos de evitar que este sistema continue é o de agirmos, um a um, ao simplesmente deixar de comprar coisas de que não precisamos. Parece simples, não é?

 

Preparados para ajudar a criar algo novo?

 

 

Por: Liliana Pereira

publicado por greentalks às 15:14

Partilho convosco a notícia que li relacionada com a invenção de painéis fotovoltaicos autocolantes. Um grupo de engenheiros da Universidade de Stanford, nos EUA, desenvolveu uma tecnologia que permite criar painéis solares finos, flexíveis e autocolantes que se podem colar em qualquer superfície, “desde simples cartões-de-visita a janelas”. Parece-me que esta invenção poderá revolucionar (e generalizar) a geração de energia fotovoltaica, uma vez que até à data a utilização de painéis fotovoltaicos era condicionada pela sua rigidez e impossibilidade de adaptação em determinadas circunstâncias de suporte / superfícies.

Segundo o artigo, e para produzir estes autocolantes fotovoltaicos, os engenheiros criam uma espécie de sandes feita de silicone, dióxido de silicone e metal. Para isso, colocam primeiro uma película de níquel sobre uma bolacha com duas camadas de silicone. Uma fina película com células solares é, depois, depositada na camada de níquel e coberta com um filme protetor. Por fim, os investigadores colocam uma fita térmica sobre a película de células fotovoltaicas, para poderem fazer a sua transferência para outras superfícies.

Aguardemos pelo desenvolvimento desta técnica, na esperança que a mesma possa corresponder ao referido no comunicado, nomeadamente “a sua comercialização será muito simples e de baixo custo”. A ver vamos…

Deixo o link para quem queira ler a notícia e/ou o comunicado da Universidade de Stanford.

 

http://boasnoticias.clix.pt/mobile/noticias.php?id=14269

 

Por: Victor Coelho

publicado por greentalks às 11:34

27
Jan 13

Sabiam que jardins ou hortas no topo dos edifícios podem ajudar a poupar energia e, ainda, fornecer alimentos para as cantinas das empresas? A experiência está em curso em quatro edifícios, em Londres, e, se tiver sucesso, poderá ser alargada a toda a cidade.

 

As plantas são colocadas em sistemas modulares construídos com materiais recicláveis. Os vegetais produzidos irão abastecer as cantinas das empresas e os desperdícios alimentares destas serão, por sua vez, transformados em fertilizante para as plantas do telhado. Para garantir a polinização, cada telhado tem também uma colmeia.


"Este é um projeto verdadeiramente inovador que não só trará um benefício económico tangível às empresas, como também mostra que se importam com o ambiente em que se inserem"


Que tal proporem hortas para os telhados das empresas em que trabalham?Seria vantajoso para os trabalhadores, que poderiam descarregar os stresses do dia a dia nas plantinhas e ao mesmo tempo teriam uma alimentação mais saudavel. A empresa também  poupa energia e protege o ambiente.


Parece-me uma grande ideia a explorar por Portugal!

 

Boa semana verde

Margarida Mendes{#emotions_dlg.happy}

publicado por greentalks às 23:09

25
Jan 13

Olá!

 

Sem querer tornar simples o que não é... Decido partilhar convosco um site interessante que disponibiliza calculadoras das mais variadas categorias de pegadas ecológicas (conservação e eficiência, transporte, reciclagem, etc).

 

http://www.yousustain.com/footprint/actions

 

Ter números às vezes ajuda-nos a sensibilizar os outros para determinadas matérias. E a questão da eficácia percebida é de facto importante...

Experimentem...!

 

 

Por: Margarida Boavida Ferreira

publicado por greentalks às 19:19

Caso tenham curiosidade em obter resposta a esta pergunta, a Agência Portuguesa do Ambiente tem um simulador que vos permite saber o vosso nível de consumidor sustentável. E, ao mesmo tempo, dá-vos dicas sobre como se poderão tornar mais sustentáveis:


http://simula-residuos.apambiente.pt/




Bom consumo!

 

 

Por: Liliana Pereira

publicado por greentalks às 13:53

24
Jan 13

Decidi colocar aqui o site sobre um produto que uso todos os dias, que visa reduzir a nossa pegada ecológica.

 

http://www.keepcup.com/

 

 

 

Para um consumidor assíduo de café e chá durante o trabalho, o uso deste recipiente evita o recursos itensivo de copos de plástico e até mesmo colheres.

 

Tive conhecimento deste produto através da equipa onde trabalho, que decidiu oferecer no natal um produto associado à sustentabilidade.

 

 

Aqui poderão verificar de uma forma mais rápida todos os factos que sustentam este produto.

 

http://www.keepcup.com/sustainability/fast-facts

 

 

Ricardo ferreira

publicado por greentalks às 13:17

Lembrei-me de partilhar convosco este vídeo do youtube, que mostra a nova estrada que liga a Dinamarca à Suécia. É de facto uma obra de engenharia notável, e acredito que o seu percurso seja não só bonito como aventureiro (a avaliar pelas imagens). A questão que coloco é: será uma obra sustentável, especialmente do ponto de vista ambiental? Não será demasiado intrusiva para a paisagem? Se tivessem a responsabilidade de decidir a realização (ou não) do projeto, que decisão tomariam? Eu ficaria muito indeciso… Felizmente não tive essa responsabilidade e certamente farei esta viagem se tiver oportunidade!

 

 http://www.youtube.com/embed/4T4vc1QqiPM?feature=player_embedded 

 

Por: Victor Coelho

publicado por greentalks às 10:34

23
Jan 13

Com intuído de promover a sustentabilidade, Rita Bragança e Leandro Fans encontram-se a preparar uma viagem à volta do mundo numa autocaravana Mercedes 307D de 1984 movida a óleo vegetal alimentar. O óleo será usado em estado puro sem adição de químicos diluentes como no caso do biodiesel.

 

 O projeto chama-se Green Brick Road e, desta forma, o casal luso-uruguayo espera visitar cerca de 50 países percorrendo uma rota de quintas orgânicas que fazem parte do projeto World Wide Opportunities on Organic Farms, onde através de voluntariado terão oportunidade de aprender novas técnicas de agricultura e conhecer novos exemplos de boas práticas na preservação da biodiversidade.

 

O início da aventura está previsto para o próximo dia 15 de Fevereiro e os interessados em acompanhar a viagem podem segui-los através do blog http://greenbrickroadproject.wordpress.com/.

 

Para quem pretende conhecer boas práticas de construção, design e gestão ambiental sem prescindir do conforto convido-vos a conhecer o exemplo do grupo Alila - http://www.alilahotels.com/ que para além de pretenderem reduzir ao máximo o impato ambiental estimulam os clientes a conhecer a natureza e as comunidades locais.

 

 

 

Considero a sustentabilidade no setor do turismo um tema apaixonante, desde logo, e citando o meu professor de Geografia tendo como fonte a memória “Se não preservarmos a riqueza que visitamos, hoje, ela vai perder valor, amanhã e em última instância desaparecer”.

 

 

Fonte: http://greensavers.sapo.pt/2013/01/22/portuguesa-e-uruguaio-vao-dar-volta-ao-mundo-em-autocaravana-movida-a-oleo-vegetal-alimentar-usado/

 

Helena Gameiro

publicado por greentalks às 18:14

21
Jan 13
 
 
De forma a sensibilizar o público para o tema das alterações climáticas, a WWF Canada criou um call center composto apenas por avós para recordar aos "netinhos" que devem utilizar camisolas e roupa quente para estar em casa e assim reduzir ...a energia gasta com aquecedores.

É possível agendar a realização de uma chamada ou envio de um email ou sms para uma das avós, sendo também possível nomear as nossas avós para uma "vaga" neste "call center"...

Vale a pena descobrirem mais sobre o conceito em: http://www.sweaterday.com/
 
Por: Carolina Afonso
 
 
publicado por greentalks às 16:42

 

 

 

 

A Plataforma para o Crescimento Sustentável é uma associação independente que funciona numa perspetiva de participação pública, existindo diferentes grupos de trabalho a desenvolver matérias específicas, como é o caso da sustentabilidade. 

Entre as suas atividades encontra-se a realização de eventos, a ministração de formação e a publicação de relatórios sobre estas matérias.

 

Recentemente foi publicado o Relatório para o Crescimento Sustentável - Uma visão pós-troika que está disponível para download através do site:

 

http://www.crescimentosustentavel.org/actividades/publicacoes/relatorio

 

Por vezes as situações de crise podem alterar as prioridades dos Governos e, consequentemente, das organizações e das populações. Este relatório defende, entre outros, que o crescimento não se pode basear somente numa perspetiva de consolidação orçamental e resgate económico, justificando que a sustentabilidade visa, entre outras coisas, a economia.

Por este prisma, é possível conciliar a preocupação ambiental e social com o fator económico, podendo-se concluir que esta deve ser encarada como uma fase de oportunidades para a sustentabilidade!

 

Esperemos que sim! {#emotions_dlg.blink}

 

Por: Liliana Pereira

publicado por greentalks às 12:22

20
Jan 13

O conceito não é novo, mas no contexto económico actual torna-se talvez mais pertinente:

Porquê comprar em vez de alugar?

 

Nem para todos os produtos e serviços esta pergunta fará sentido, mas sem dúvida que há situações em que vale a pena considerar a opção. O exemplo de leasing de automóveis dado na aula de PMS era me desconhecido e resolvi investigar.

 

Partilho aqui uma reportagem da RTP sobre esse serviço de car sharing (diferente de car pooling) disponível em Lisboa e no Porto:

 

http://www.mobcarsharing.pt/pt/noticias-mobcarsharing-na-rtp1.aspx

 

E fica em aberto a questão, se é ou não uma alternativa a considerar.

 

Sofia Sousa

publicado por greentalks às 15:00

19
Jan 13

 

 

 

Segundo dados publicados pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) anualmente cada cidadão europeu produz em média cerca de 520 kg de resíduos.

 

Em Portugal estima-se que cada português produz 2,21 kg por dia (OCDE) ou de acordo com um estudo da Agência Portuguesa do Ambiente 1,5 kg.

 

Ora, ocorre-me perguntar quantos destes resíduos podem ser evitados. Estou a incluir os jornais lá de casa, as dezenas de embalagens que encontramos quase que num piscar de olhos nas nossas casas e que tendemos a reciclar e a achar que cumprimos o nosso dever cívico e ambiental ao colocar-las no ecoponto.

 

Será que reciclagem é uma resposta adequada para o problema dos resíduos urbanos. Creio que não, permitam-me a observação vejo que a reciclagem é, hoje, entendida um pouco como Churchill descreveu a democracia em 1947, como a pior forma de governo, salvo todas as demais que foram experimentadas, um pouco como a reciclagem que é entendida como a melhor de continuarmos a consumir como consumimos minimizando os efeitos ambientais... 

 

Apresento uma vez mais exemplos presente do que poderá ser o futuro. O Coffree é uma embalagem biodegradável de café que se transforma na própria chávena.

 

Concebido por um trio de designers coreanos o Coffree dá-nos o duplo gosto de beber café sem precisarmos de gerar desperdícios só temos de seguir as instruções e no fim misturá-lo diretamente na terra ou num compostor.

 

 

 

 

Afinal, se olharmos com atenção para o mantra dos três R`s… reciclar só aparece depois de reduzir e reutilizar.

 

Para mais informações: http://www.yankodesign.com/2011/02/28/cuppa-freedom/

 

Helena Gameiro

 

 

publicado por greentalks às 17:13

18
Jan 13

Na copa do meu local de trabalho há um contentor improvisado para recolha de tampinhas, com um objetivo solidário: conseguir uma mão mioelétrica para a Inês. Há muitas campanhas semelhantes a esta e, muitas vezes, as pessoas não sabem se estão a contribuir para o objetivo prometido, ou não.

 

 

Neste caso, a Inês já conseguiu a sua mão mioelétrica, tendo sido notícia no Destak de ontem. Foi tão gratificante que decidi partilhar com todos os colegas e colocar a notícia ao lado do cartaz, para que todos os que tiveram oportunidade de ajudar se sintam tão orgulhosos quanto eu!

Trata-se de uma medida sustentável, uma vez que promove a reciclagem (ambiental) e tem um motivo solidário (social), não sendo necessário dizer que tem um custo de, praticamente, zero (económico). Sustentável mais sustentável, não há!
Agora vamos continuar a juntar, mas com um novo objetivo - ajudar outro menino! Parece-me que desta vez seremos mais a contribuir {#emotions_dlg.blink}
Por: Liliana Pereira
publicado por greentalks às 20:27

17
Jan 13

Pegando no tema da Liliana sobre as escolhas de detergentes mais “amigos do ambiente”, dificuldade de conseguirmos ter toda a informação quando estamos num supermercado e ter a difícil tarefa de conciliar preço, tamanho, composição do produto, concentrado ou não, etc, que tal optar pela “verdadeira sustentabilidade” e fazer o nosso próprio detergente? No portal “meumundosustentável.com”, podem encontrar várias receitas para o fabrico do próprio produto de limpeza. Aqui vos deixo um exemplo:

 

Detergente ecológico multiuso

  • Água
  • Vinagre
  • Amônia líquida (amoníaco)
  • Bicarbonato de sódio e ácido bórico

Em um litro de água morna (cerca de 45º c), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico. Utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição dos multiusos convencionais. Como em qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e animais domésticos. Fonte: planeta na web.

 

Aqui fica o desafio para os “consumidores verdadeiramente verdes”! {#emotions_dlg.angel}

 

Por: Victor Coelho

publicado por greentalks às 10:26

16
Jan 13

Já ouviram falar da iniciativa da Agência Portuguesa do Ambiente (APA): "Às quartas, às 17h, na APA" (http://www.apambiente.pt/)?

 

 

Gostava de ter tido tempo para dar lá um saltinho hoje, aprender coisas novas, cultivar o net working, saudar o esforço da APA na promoção da cidadania e consciencialização ambiental! Mas não consegui...

 

Já alguém foi a alguma sessão?

 

Margarida Boavida Ferreira

publicado por greentalks às 19:44

15
Jan 13

Decorre em Abu Dhabi a Semana da Sustentabilidade que começou dia 13 e dura até dia 17 de Janeiro.

Podem acompanhar a mesma no site: http://www.abudhabisustainabilityweek.com/.

A "Semana da Sustentabilidade" tem como objetivo propagar soluções de energias renováveis em nível mundial e enfrentar os desafios que apresenta a escassez de água nas zonas secas. Conta com a presença de 150 países.

 

Nesta, foi lançado o 1º atlas das energias renováveis, efectuado pela IRENA (Agência Internacional das Energias Renováveis)

Durante a reunião anual da Assembleia Geral de IRENA, o ministro de Clima e Energia da Dinamarca, Martin Lidegaard, que preside a sessão, explicou que é esperado um aumento dos investimentos no campo das energias renováveis durante os próximos dez anos e que o atlas ajudará nisso.

 

O atlas estará disponível no site de IRENA e foi desenhado de uma maneira que facilita a informação solicitada às empresas e instituições que queiram investir neste campo nos novos mercados.

Podem visualizar o atlas aqui: http://www.irena.org/GlobalAtlas/

 

Parece-me um pouco irónico esta conferência decorrer no Médio Oriente e em Abu Dhabi, grande exportador de petróleo e gás natural. As alterações climáticas estão a levar muitos países a repensarem as suas políticas energéticas, ou será apenas uma questão de marketing para continuarem as suas explorações de recursos não renováveis com menos polémica?O que acham?

 

 

Por: Margarida Mendes 

 

 


 

publicado por greentalks às 12:29

13
Jan 13

Tal como a maioria das pessoas que consultam este blog, interesso-me por produtos e serviços sustentáveis, tentando perceber exatamente porque são "pintados de verde". Por mais que se analise e procure, pode-nos escapar sempre algum pormenor...

 

Assim, recomendo a visualização do seguinte exemplo:

 

 

Pode ser que fiquemos todos um pouco mais informados {#emotions_dlg.blink}

 

Por: Liliana Pereira

publicado por greentalks às 23:22

 


É da casca do sobreiro (Quercus suber) que se extrai a cortiça para fazer rolhas. Um item cada vez mais difícil de ser produzido, mas não sou eu brasileiro fazendo um post em um blog de portugal que vou querer explicar toda essa dificuldade e importância das rolhas...


Falando sobre o projeto que foi pensado pelo artista inglês (Alkesh Parmar) baseado na quantidade de rolhas descartadas que ele encontrava nos bares londrinos e baseado nessa inspiração nasceu  a Celebration Chandelier, uma linha de luminárias feitas de rolhas descartadas.

 

Após perfurar uma a uma e instalar as pequenas lampadas ele as une e assim obtem peças únicas.

 

 

 

 

 

 

Fabio Magalhães

publicado por greentalks às 20:06

11
Jan 13

Por estar ligado à minha área de formação, e por ser um projeto 100% português, lembrei-me de partilhar convosco uma notícia que vi há uns tempos na visão - edição verde, referente a um revestimento destinado a edifícios (uma membrana flexível, como que uma pele) que gera energia através não só do sol mas também da deslocação do vento, dos fluxos de ar e do batimento da chuva, o que permite gerar energia 24 horas por dia (7 dias por semana). Chamaram a este projeto “skinenergy”. Aí está uma alternativa a explorar para os painéis fotovoltaicos, com a vantagem de poder ser um elemento arquitetónico integrado nos projetos e não estar só dependente do sol… Envio o link do projeto para quem quiser saber mais.

 

www.skinenergy.eu

 

Por: Victor Coelho

publicado por greentalks às 11:08

10
Jan 13

A próposito da observação da Liliana lembrei-me da campanha de marketing de apresentação do Skip Pequeno e Poderoso e dei por mim a perguntar-me...

 

Se o futuro é dos pequeninos como é que nós humanos tendemos a preferir todo o que é grande, vejamos só a evolução dos nossos padrões de consumo... os carros, as casas, os roupeiros e o que mais se lembrarem...

 

Fomos ensinados que as pessoas bem-sucedidas são aquelas que mais consomem... Não acham?

 

Nas palavras de José Saramago que muito admiro:

 

"Introduziu-se nas nossas mentes essa ideia nova de que, se não consumirmos, são somos nada. Se não consumirmos, não somos ninguém. E somos na medida em que formos capazes de consumir. A partir do momento em que o ser humano se vê a si mesmo como um consumidor, todas as suas capacidades diminuem, porque todas vão ser postas ao serviço de uma maior possibilidade de consumir" 

 

 

A partir dai começei a pensar, se o futuro é dos pequeninos como é que estamos a educar as nossas crianças e jovens...

 

E voltei a lembrar-me de Saramago, numa citação entre muitas que podem encontrar na Biblioteca Municipal Galveias e que diz:

 

"A Humanidade nunca foi educada para a paz, mas sim para a guerra e para o conflito. O "outro" é sempre potencialmente o inimigo. Levamos milhares e milhares de anos nisto. Sempre fomos educados para a guerra, nunca para a paz".

 

 

A boa notícia é que,hoje,  existem boas práticas que propõem uma educação com uma visão integrada de sustentabilidade.

 

Convido-vos a conhecer Jonh Hardy,

 

Grata pela atenção disponibilizada.

 

Helena Gameiro

 

http://www.ted.com/talks/john_hardy_my_green_school_dream.html

publicado por greentalks às 15:36

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