28
Fev 12

Alguém já ouviu falar do conceito “Flawsome”?? Eu ainda não interiorizei a palavra, mas o conceito parece me claramente uma forte tendência das marcas.

Flawsome é um conceito que sugere que as marcas como as pessoas tem defeitos e falham, e que não devem tentar esconder isso por baixo do tapete. Este tipo de mentalidade tem um comportamento de coragem associado, dado que será complicado para alguma marcas assumirem os seus erros.

HUMAN BRANDS

                 TRANSPARENCY TRIUMPH

Segundo este estudo as pessoas cada vez mais querem marcas humanas e transparentes.

Vejam alguns exemplos neste artigo que demonstra como algumas marcas se expõem de facto a todos os seus consumidores e assumem os seus erros.

Fonte:http://trendwatching.com/pt/briefing/

Patrícia Oliveira

 

publicado por greentalks às 12:31

26
Fev 12

Plataforma 1st and Green - Um projecto de Public Engagement

 

 

Sim, estou a falar daquele evento desportivo visto por mais de 100 milhões de pessoas em 232 países, dizem mesmo que é o espectáculo mais visto na Terra. É só o evento que apresenta a publicidade mais cara da televisão, em que os marketeers não se importam de estoirar o budget só para lá estarem.

 

E como nós por cá, a febre é mais com bola no pé, dou-vos mais uns números, só para vos elucidar melhor da dimensão desta máquina comunicacional. No passado dia 5 de Fevereiro, durante a final da competição, no Twitter da NFL, registaram-se em média 12.233 tuítes por segundo. Coisa pouca…  

 

Pois, mas tanto número à mistura não gera coisa boa, de certeza. Ou não estivéssemos a falar do segundo dia com maior consumo de comida nos Estados Unidos. Dá para imaginar toda a sustentabilidade ambiental que para aqui vai…

 

Mas já há promessas para um 2012 mais sustentável. Parece que o Super Bowl vai aderir ao green mode :)

 

Podia aqui enumerar uma série de medidas que estão a tomar para reduzir impactos, mas o que mais me despertou a atenção foi mesmo a criação da plataforma 1st and Green.

 

Fresquinhos que estamos em Public Engagement, acho que temos aqui um bom exemplo. O comité anfitrião do próximo campeonato juntou uma série de stakeholders, com o objectivo de envolver a população num desafio comum: a consciência ambiental.

 

Para isso, criaram o 1st and Green Challenge e convidaram empresas, escolas, famílias, governos, a registarem na plataforma o que fazem no dia-a-dia para um mundo melhor. Esta plataforma vai então controlar a vida verde destes grupos, ensinando-lhes formas de aumentarem o seu impacto.

 

Giro giro, é podermos ver o impacto das nossas acções em dois contadores que nos mostram quantas emissões de co2 compensamos e quanta água estamos a poupar.


Quem economizar mais água e carbono até ao início da competição será reconhecido em Georgia Street, durante a semana antes do Super Bowl.

 

Aqui está uma boa forma de comunicar envolvendo. O resultado? É win win. Ganha o Super Bowl – confiança e reputação -, e ganhamos todos, um Mundo um bocadinho mais green, esperemos :)

 

Por Cátia Henriques

 

Fontes

 

http://www.indianapolissuperbowl.com/highlights/?p=1017

 

http://inhabitat.com/7-ways-the-superbowl-xlvi-is-going-green/

publicado por greentalks às 15:55

13
Fev 12

Um exemplo de Eficácia Percebida

 

Já diz o ditado: “Ver para crer”. Esta é mesmo a melhor forma para termos consciência das nossas ações.

 

É um exemplo da aplicação do conceito de Eficácia Percebida que vos quero mostrar hoje.

 

Quem nunca jogou um dia uma pontinha de lixo no mar que atire a primeira pedra. E foi a pensar na consciência ou inconsciência das pessoas que o fazem que a Surfrider Foundation Brasil criou a campanha “Devolução”.

 

Imaginem agora começarem a receber no correio pedaços de lixo dentro de uma caixa, com o vosso nome no remetente. Quem se iria lembrar de enviar-vos lixo e porquê?

 

Vejam este vídeo e encontrem a resposta! :)

 

 

Bela campanha esta! Foram 10 mil os brasileiros que receberam caixas cheias de lixo recolhido nas praias do Rio de Janeiro, com a seguinte mensagem: “O lixo jogado no mar um dia volta. Pra todo mundo.” Se calhar, muitos deles nunca tinham colocado lixo na praia, mas sensibilizar e educar, aqui, é a palavra de ordem. Pois mesmo quem nunca jogou lixo na praia, um dia poderá sofrer com as suas consequências.

 

De referir que a ação foi também realizada em bares da cidade do Rio de Janeiro.

 

Com campanhas como esta, com certeza, vamos passar a perceber os efeitos das nossas ações com maior eficácia. Venham elas!

 

Por: Cátia Henriques

publicado por greentalks às 14:30

04
Fev 12

Hoje em dia a maior dificuldade das inicitiavas das empresas prende-se com a comunicação. Quando se pretende comunicar ao cliente que o seu produto resulta de facto resultado de uma actividade e estratégia sustentável, é fundamental que o consumidor tenha confiança na informação transmitida.

 

O que vos trago aqui não é nada de verde, ainda, mas creio que seria uma optima forma das empresas conseguirem informar os seus clientes tendo em conta o nivel de detalhe que os consumidores pretendessem ter.

Este tipo de tecnologia denomina-se de Point&Know, onde quem tem o programa de identificação de artigos, pode apontar e saber o que quiser desse produto.

 

As empresas que se pretenem destacar das outras através da forma de produção sustentável e comércio justo, poderiam utilizar tecnologia deste tipo para conseguir introduzir os seus produtos e respectivas características em base de dados. Esta acção teria como objectivo proporcionar maior informação fidedigna no acto de uma potencial compra.

 

Acrescenta-se ainda o facto de segundo a TrendWatching revelar uma nova tendencia de POINT&KNOW&BUY. Onde automaticamente a pessoa acedia à informação de produtos e conseguiria comprar caso ficasse convencido pela descrição do artigo "apontado".

 

Penso que este seja um campo a explorar, dado que uma das maiores razões para as pessoas não comprarem os produtos verdes, para além de poder de compra, relaciona-se com a falta de informação clara e acessivel dos produtos.

 

Deixo-vos o link onde podem consultar alguns dos Point&Know de algumas empresas e produtos.

 

http://www.trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?pointknow

 

Patrícia Oliveira

 

publicado por greentalks às 16:38

23
Jan 12

 

Não sendo uma especialista na área de marketing, mas sendo consumidora, o debate sobre a percepção que o consumidor tem dos produtos/ marcas sustentáveis, faz com que me surjam dúvidas para as quais procuro resposta:

  • Conhecemos verdadeiramente o consumidor de produtos sustentáveis?
  • Que valores o inspiram?
  • Qual o caminho a seguir para ir de encontro sua à expectativa?
  • Deverão as marcas apostar num maior envolvimento do consumidor na definição dos produtos/ serviços que satisfaçam as suas necessidades? É isto uma atitude proactiva ou reactiva?

Nas minhas pesquisas encontrei um artigo do senhor Robert H. Bloom, (pelo que fiquei a saber, uma verdadeira autoridade no que respeita a negócios). Tem desenvolvido a sua actividade como consultor estratégico de diversas empresas de variados tamanhos e áreas de negócio, tais como BMW, L’Oreal, Nestle’, TGI Friday’s, Zales, Whirlpool, Southwest Airlines, Nestle’ Juicy-Juice, T-Mobile US, Novartis’ Theraflu and Triaminic. Foi ainda Chairman e CEO da Publicis WOrldwide.

Num artigo recente, em que põe em causa a volatilidade dos mercados e a velocidade com que tudo muda, identifica 5 tendências que, na sua opinião devem ser tidas em conta na gestão de marcas sustentáveis em 2012:

  • A ubiquidade do 2C2 (consumer to consumer)

Em 2012 assistir-se-á a uma mudança de paradigma no que respeita à criatividade e poder de decisão sobre a utilidade e função que os produtos e serviços poderão ter na satisfação das duas necessidades. O consumidor será parte da equipa que constrói e interage directamente nessa decisão em vez de ser um mero espectador.

  • O crescimento da geração “Why”?

 

O crescimento do mercado do 2C2, abre horizontes para uma nova geração de consumidores, mais exigentes, com maior nível de conhecimentos, pondo em causa os valores das próprias marcas, desafiando-as a serem criativas, inspiradoras do ponto de vista da compra sustentável. Como será de esperar, este crescimento dar-se-á em especial nos países emergentes.

 

  • A corrida para a criação de relação com o consumidor

A criação de uma relação de proximidade, duradoura, será uma das apostas das marcas,

em detrimento de uma política insustentável do “preço mais baixo”.

 

  • O imperativo da inovação sustentável das marcas

A inovação passará por envolver todos os stakeholders em todo o processo de desenvolvimento dos produtos, integrando práticas sustentáveis de redução de uso de recursos e de benefícios sociais. Bloom acredita que desta forma, as marcas agirão como agentes de mudança de uma forma mais rápida e com uma extensão maior do que alguma vez se conseguiu atingir.

 

  • A evolução de “Ocupar” para “Comprometer”

 

Em 2011 assistiu-se a diversos movimentos de ocupação, contra a forma de gerir os negócios. Espera-se que em 2012, a tendência das marcas seja para definir políticas de responsabilidade corporativa que abranjam e comprometam todos os stakeholders, com o propósito de integrar não só questões financeiras, mas também questões sociais nas suas operações. As grandes marcas já começam a posicionar-se a este nível com campanhas de sensibilização para a preservação de recursos que são essenciais para a sobrevivência e qualidade de vida das pessoas.

 

Poderão consultar o artigo na íntegra em :

 http://www.sustainablebrands.com/news_and_views/articles/looking-around-corner-five-trends-shaping-sustainable-brands-2012?utm_source=newsletter&utm_medium=designweekly&utm_campaign=january9

 

Por Adriana Jacinto

 

publicado por greentalks às 19:16

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