20
Fev 12

Apesar da companhia aérea nacional ter ganho um prémio de sustentabilidade bastante recentemente, o espaço aéreo europeu tem sido pautado pela guerra do carbono entre a Europa e o resto do mundo.

 

As pretensões da Europa relacionam-se com a cobrança de uma taxa sobre as emissões de carbono em todos os voos que aterrem ou descolem da Europa mas, as companhias aéreas chinesas não têm intenção de pagar as taxas embora Markus Ederer, embaixador europeu, afirme que as viagens Europa – China encareçam em apenas dois euros.

 

Já Victoria Moores, diretora-geral de comunicação da associação de companhias aéreas europeias, afirma que estas medidas podem comprometer a competitividade das companhias europeias.

 

Uma vez que este tema das emissões dos aviões voltou a estar em cima da mesa, talvez fosse uma boa altura para iniciar um pensamento sério sobre como repensar o tráfego aéreo e reduzir o seu impacto, de forma a refletir sobre o triple bottom line na indústria da aviação.

 

* escrito de acordo com o Novo Acordo Ortográfico *

Por: Daniel Souza

 

Fotografia:

http://www.flickr.com/photos/hilberer/4520910305/

 

Fontes:

‘Guerra do carbono’ prejudica sector europeu da aviação’ , Diário Económico 7 de Fevereiro 2012

publicado por greentalks às 00:18

01
Fev 12

Corria o ano de 1999 em que a Ford optou por obter a certificação Cradle-to-cradle em Michigan, Estados Unidos na sua unidade fabril de 5,5 hectares – durante o projeto foi concebido um telhado verde que assim absorvia e conduzia as águas da chuva, desenvolveu-se a fotoremediação que consistia em plantar espécies que decompunham componentes tóxicos decorrentes do processo fabril e, por fim, o bem-estar dos trabalhadores foi tido em conta uma vez que passou a haver luz natural dentro da fábrica.


Agora a Ford traz o conceito para a Europa onde, nas suas fábricas pretende reduzir a produção de resíduos em 70% e a água em 30% nos próximos cinco anos contribuindo assim para uma produção mais verde onde certamente será utilizado o know-how adquirido em Michigan, optimizando assim as fábricas na Bélgica, Espanha, Alemanha e mais três no Reino Unido traduzindo-se em poupanças anuais na ordem dos €2,3 milhões. 

 

Fontes:

Diário Económico, Ford anuncia plano de cinco anos para tornar fábricas europeias mais ecológicas, p 27, 31 Janeiro 2012

http://www.ionline.pt/mundo/ford-anuncia-plano-cinco-anos-fabricas-verdes

http://www.mcdonough.com/writings/restoring_industrial.htm   

 

Por Daniel Souza

 

 

 

 

 

publicado por greentalks às 01:15

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