26
Fev 12

Plataforma 1st and Green - Um projecto de Public Engagement

 

 

Sim, estou a falar daquele evento desportivo visto por mais de 100 milhões de pessoas em 232 países, dizem mesmo que é o espectáculo mais visto na Terra. É só o evento que apresenta a publicidade mais cara da televisão, em que os marketeers não se importam de estoirar o budget só para lá estarem.

 

E como nós por cá, a febre é mais com bola no pé, dou-vos mais uns números, só para vos elucidar melhor da dimensão desta máquina comunicacional. No passado dia 5 de Fevereiro, durante a final da competição, no Twitter da NFL, registaram-se em média 12.233 tuítes por segundo. Coisa pouca…  

 

Pois, mas tanto número à mistura não gera coisa boa, de certeza. Ou não estivéssemos a falar do segundo dia com maior consumo de comida nos Estados Unidos. Dá para imaginar toda a sustentabilidade ambiental que para aqui vai…

 

Mas já há promessas para um 2012 mais sustentável. Parece que o Super Bowl vai aderir ao green mode :)

 

Podia aqui enumerar uma série de medidas que estão a tomar para reduzir impactos, mas o que mais me despertou a atenção foi mesmo a criação da plataforma 1st and Green.

 

Fresquinhos que estamos em Public Engagement, acho que temos aqui um bom exemplo. O comité anfitrião do próximo campeonato juntou uma série de stakeholders, com o objectivo de envolver a população num desafio comum: a consciência ambiental.

 

Para isso, criaram o 1st and Green Challenge e convidaram empresas, escolas, famílias, governos, a registarem na plataforma o que fazem no dia-a-dia para um mundo melhor. Esta plataforma vai então controlar a vida verde destes grupos, ensinando-lhes formas de aumentarem o seu impacto.

 

Giro giro, é podermos ver o impacto das nossas acções em dois contadores que nos mostram quantas emissões de co2 compensamos e quanta água estamos a poupar.


Quem economizar mais água e carbono até ao início da competição será reconhecido em Georgia Street, durante a semana antes do Super Bowl.

 

Aqui está uma boa forma de comunicar envolvendo. O resultado? É win win. Ganha o Super Bowl – confiança e reputação -, e ganhamos todos, um Mundo um bocadinho mais green, esperemos :)

 

Por Cátia Henriques

 

Fontes

 

http://www.indianapolissuperbowl.com/highlights/?p=1017

 

http://inhabitat.com/7-ways-the-superbowl-xlvi-is-going-green/

publicado por greentalks às 15:55

13
Fev 12

Um exemplo de Eficácia Percebida

 

Já diz o ditado: “Ver para crer”. Esta é mesmo a melhor forma para termos consciência das nossas ações.

 

É um exemplo da aplicação do conceito de Eficácia Percebida que vos quero mostrar hoje.

 

Quem nunca jogou um dia uma pontinha de lixo no mar que atire a primeira pedra. E foi a pensar na consciência ou inconsciência das pessoas que o fazem que a Surfrider Foundation Brasil criou a campanha “Devolução”.

 

Imaginem agora começarem a receber no correio pedaços de lixo dentro de uma caixa, com o vosso nome no remetente. Quem se iria lembrar de enviar-vos lixo e porquê?

 

Vejam este vídeo e encontrem a resposta! :)

 

 

Bela campanha esta! Foram 10 mil os brasileiros que receberam caixas cheias de lixo recolhido nas praias do Rio de Janeiro, com a seguinte mensagem: “O lixo jogado no mar um dia volta. Pra todo mundo.” Se calhar, muitos deles nunca tinham colocado lixo na praia, mas sensibilizar e educar, aqui, é a palavra de ordem. Pois mesmo quem nunca jogou lixo na praia, um dia poderá sofrer com as suas consequências.

 

De referir que a ação foi também realizada em bares da cidade do Rio de Janeiro.

 

Com campanhas como esta, com certeza, vamos passar a perceber os efeitos das nossas ações com maior eficácia. Venham elas!

 

Por: Cátia Henriques

publicado por greentalks às 14:30

06
Fev 12

Há uma grande confusão à cerca do tema e o filtro tem de ser cada vez mais astuto. Eu diria que a Responsabilidade Social e Corporativa é como o iogurte da Danone: 

constrói-se por dentro, e isso vê-se por fora.

 

O que pensar deste anúncio? 

 

 

Por João Pereira Reis

 

publicado por greentalks às 16:03

18
Jan 12

 

 

 

Os OAT shoes são um tipo de calçado biodegradável cujo conceito nasceu na Holanda e que, quando enterrados demoram seis meses a degradaram-se. No âmbito dos cinco passos do marketing sustentável propostos por OTTMAN, é possível analisar a transparência, a garantia ecológica, o preço e o envolvimento do cliente

 

Transparência

O fabricante promove a existência de sementes de flores no seu produto e refere também o impacto dos atributos ecológicos pois através de uma entidade externa, foi aferido que os ténis poupam 99% de água e 60% de CO2 comparando com sapatos tradicionais. Para além do mais explica porque é que os sapatos não tem a certificação cradle-to-cradle (referencial de análise do ciclo de vida do produto numa perspetiva de mimetizar os ciclos naturais) e pretende ainda ter fornecedores europeus para as suas matérias-primas.

 

Garantia ecológica

Apesar de os sapatos serem biodegradáveis, cumprem a sua função de calçado e podem ser expostos à chuva, andar na lama pois apenas quando enterrados é que se degradam.

 

Preço

Em termos objetivos o preço (€140-€200) está dentro do intervalo de ténis encontrados no nikeid (€115-€175)

 

Envolvimento do cliente

Há pontos em que o fabricante ainda reconhece que necessita de melhorar nomeadamente a nível dos materiais utilizados como a cola, ou a fixação de cores, para tal estão abertos às opiniões do consumidor.

 

Limitações da análise de preço:

  1. Apenas uma marca
  2. Segmentos distintos (os ténis nikeid são para a prática de desporto)
  3. A amostra incide apenas em cinco produtos entre o mais de um milhão de sapatos disponíveis

 

Fontes:

http://www.oatshoes.com/

http://www.oatshoes.com/wp-content/uploads/2011/04/20110405-OATInfo.pdf

http://en.wikipedia.org/wiki/Cradle-to-cradle_design

nikeid.com

 

 

Por Daniel Souza

publicado por greentalks às 22:45

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