18
Jan 12

Situada em Serapicos, aldeia do Concelho de Vimioso, existe uma empresa criada em 2005, com o objectivo de promover o desenvolvimento regional, dos concelhos de Vimioso e Miranda do Douro.

 

O conceito associado à empresa é segunda a mesma "promoção do desenvolvimento local sustentável através da (re)descoberta de valores, recursos, matérias-primas ou outros potenciais locais caídos em desuso ou nunca antes utilizados e que permitam criar valor para a comunidade e valorização do território, contemplando cumulativamente cinco princípios básico e fundamentais: sustentabilidade ambiental, conservação da natureza, comércio justo, bem - estar animal, desenvolvimento humano sustentável.

 

De entre uma gama variada de produtos esta empresa tem o sabonete com leite de burraCLEO, de burras da única raça autóctone asinina Portuguesa, actualmente ameaçada de extinção. Este produto tem a particularidade de ser elaborado com leite de burra não desidratado, inovador relativamente a outros produtos equivalentes.

 

 

Para saber mais sobre a empresa ou ver onde é possível adquirir os produtos, basta consultar o link http://www.tomelo.pt/php/primeira.php

 

Será este sabonete um exemplo de inovação sustentável, made in Portugal?

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 18:01

17
Jan 12

Desenvolvido no Reino Unido, este projecto pretende aliar divertimento, sustentabilidade e exercício físico.

 

Para assistir a uma película neste cinema itinerante o público tem que pedalar para produzir a energia necessária para projectar o filme. Pode ser difícil em alguns filmes mais longos, mas será certamente uma experiência interessante e diferente.

 

Segundo a Magnificient Revolution, o projecto educacional sem fins lucrativos responsável por esta iniciativa, “o Cycle-In Cinema foi criado para entreter e educar”. Portanto, além de assistirem ao filme, os participantes podem ainda aprender mais sobre consumo energético, recorrendo a um ecrã que os informa da quantidade de energia que estão a produzir e a consumir.

 

 

fonte: http://www.protegeoqueebom.pt/

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 11:32

16
Jan 12

“1 OBRA 1 ESCOLA” – o caso do Grupo Edifer

 

 

Antes de passar ao que interessa, deixem-me apenas dizer-vos que durante o próximo mês vou tentar mostrar semanalmente, uma boa prática de sustentabilidade levada a cabo por empresas portuguesas.

Durante o trimestre passado, quantas não foram as vezes em que ouvimos a seguinte ideia: para que os projectos de sustentabilidade empresarial se tornem em oportunidades de mercado, trazendo vantagem competitiva, têm que estar alinhados com o core business da empresa. Lembram-se? Foram muitas. Esta foi uma mensagem repetida vezes sem conta pelos nossos professores, ou não fosse também ela defendida há muito, pelo “famoso” Michael Porter, entre muitos outros autores.
 
E para ilustrar este princípio, escolhi o Grupo Edifer. Estamos a falar de um grupo de empresas português que actua na área da construção. E porque estamos num mercado global, há já alguns anos que a Edifer tem projectos em Angola. Um país onde o povo precisa da educação para crescer como nós do ar para respirar. Ok, posso estar a exagerar, mas é verdade que um dos problemas que empresas que ali operam mais se depara é a falta de acesso à formação que aquelas pessoas têm.

Ora, como quando Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé, a Edifer criou uma estratégia de longo prazo para resolver esta questão. Foi assim que nasceu em 2010 o programa “1 OBRA 1 ESCOLA”, ou seja, a Edifer assumiu o compromisso de construir ou reabilitar uma escola por cada obra que for adjudicada em Angola.

Pois é. Como diz o ditado, mataram dois coelhos com uma cajadada só. Senão vejamos. Aproveitaram as suas competências de construção, tornando-as parte activa do desenvolvimento de Angola. Um desenvolvimento que lhes faz falta, pois precisam de mão-de-obra qualificada.  É então um investimento que lhes trará maior interacção e conhecimento das comunidades locais e… mais obras, que é o mesmo que dizer, mais riqueza.

Gostava de vos poder contar mais pormenores sobre este projecto, mas como está provado que já ninguém lê depois dos 2000 caracteres, e eu já os ultrapassei, digo-vos apenas que uma escola já foi construída, na Aldeia de Santa Ambuleia, no Caxito, envolvendo também a mobilização dos trabalhadores em Portugal, na recolha e envio de material escolar que foi disponibilizado às crianças da região.

Segundo as notícias publicadas por meios locais angolanos, o dia da inauguração da escola foi marcado pela emoção de toda a comunidade e principalmente pelas lágrimas das crianças. Imagino então como não estariam os corações dos colaboradores da Edifer que trabalharam no projecto…

Lá está, trabalhar sustentabilidade nas empresas de forma séria e estratégica, só traz lucros, interna e externamente. Sejam eles de vantagem competitiva ou emocional.

Venham mais projectos assim…  Não vos parece?

Cátia Henriques


Caso tenham curiosidade em conhecer melhor o projecto:
http://www.opais.net/pt/revista/?id=1639&det=11663&mid=&utm_medium=email&utm_source=Newsletter&utm_content=710573568&utm_campaign=NewsletterOPas16-04-10OJornaldaNovaAngola+_+oktdtt&utm_term=ReportagemUmaEscolaparaCaxito

 

www.edifer.pt

publicado por greentalks às 18:17

15
Jan 12

 

 

Os consumidores norte americanos estão cada vez mais recorrendo a tecnologia móvel para obter informações referentes a sustentabilidade dos produtos comercializados nos mercados.

 

Para satisfazer este público, muitas marcas começaram a disponibilizar informações detalhadas sobre o impacto ambiental, social e até econômico do produto através do código de barras.

 

Através de aplicativos como o GoodGuide, pode-se obter dados com base em vários parâmetros, como saúde, meio ambiente e social, além de avaliações destacando a deficiência de muitos produtos tidos como sustentáveis.

 

Segundo a  empresa Organic Monitor, de marketing e serviços de informação especializada em indústria de alimentos orgânicos, os consumidores já não acreditam tanto nas vantagens impressas nos rótulos que indicam quando o produto é sustentável.

 

Isso se deve as deficiências de muitas normas e falta de transparência. Muitas informações são confusas e o consumidor não sabe distinguir os reais benefícios.

 

Por Caroline Dreher

 

Fonte: www.exame.abril.com.br

        www.organicmonitor.com

publicado por greentalks às 21:22

Geralmente, a sustentabilidade é vista como a preservação dos recursos naturais, utilizar os recursos de forma mais eficiente lesando menos o ambiente, e hoje em dia integram-se estas caraterísticas nos negócios pois há consumidores que estão alerta para essa questão – podendo assim ser aproveitada uma nova oportunidade de negócio.

 

No entanto, a sustentabilidade pode ir um pouco mais além: Navarro, no New York Times (1) indica que o Goucher College, em Baltimore alarga o conceito da sustentabilidade à preservação dos valores tradicionais, das artes, indumentária, costumes e cozinha das comunidades ameaçadas pela globalização e modernização surgindo então o conceito da sustentabilidade cultural.

 

A UNESCO afirma que no final do século 6000 idiomas poderão desaparecer (2) e assim desaparecem culturas, hábitos e formas de viver que compõem a diversidade da Humanidade – porque se há a biodiversidade de plantas, animais e ecossistemas, também há a diversidade dos povos que também tem  vindo a desaparecer

 

Outro exemplo mais próximo de nós: a expansão das multinacionais que introduz o conceito de dress code, não obstante todas as culturas terem uma  indumentária mais formal.

 

 

Assim há também um património cultural, uma sustentabilidade cultural, que é importante preservar para chegar às gerações futuras uma cultura humana pautada pela diversidade.

 

Daniel Souza

 

Mais

http://travel.nationalgeographic.com/travel/enduring-voices/

 

Foto

http://www.ait.ie/international/internationalnews/title-2961-en.html


Fontes

(1)   http://www.nytimes.com/2010/01/03/education/edlife/03sustain.html

(2)   http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/cultural-diversity/languages-and-multilingualism/endangered-languages/

 

 

publicado por greentalks às 19:31

A Plataforma para o Crescimento Sustentável (PCS) é uma associação independente, sem filiação partidária e sem fins lucrativos.Assume-se como um instrumento de reflexão e intervenção cívicas na área das políticas públicas para o desenvolvimento sustentável.


Esta Plataforma tem como Missão dar um contributo para a afirmação de um modelo de crescimento sustentável do ponto de vista económico, social e ambiental, num quadro de ampla participação pública e de articulação com centros de I&D nacionais e think tanks internacionais. 

 

Pretende contribuir activamente para o aprofundamento da construção europeia, para a capacitação dos países em vias de desenvolvimento e para a promoçãode uma globalização inclusiva e sustentável.

 


Perante esta Missão, a PCS ambiciona responder para Portugal os seguintes desafios:

 

 

 

  1. Levar a Democracia mais longe
  2. Afirmar uma sociedade de valores e de consciências
  3. Dar mais liberdade aos cidadãos, com menos influência do Estado
  4. Promover adequadamente a flexibilidade e a segurança no trabalho
  5. Valorizar o conhecimento e a cultura empreendedora
  6. Apostar uma nova carteira de actividades económicas
  7. Fomentar uma economia verde
  8. Estabelecer um novo modelo territorial
  9. Assegurar uma Justiça célere e eficaz
  10. Tornar Portugal activo nos desafios globais

 

 

Estes desafios podem ser consultados na página da PCS,  relembro que ainda não foram apresentados resultados, pelo que se espera já alguns no primeiro semestre de 2012.

Fonte: http://www.crescimentosustentavel.org/

 

Por: Sofia Marques

publicado por greentalks às 17:57

12
Jan 12

 

 

   De acordo com o brilhante designer Martin Bunce, especialista em design sustentável e diretor da Tin Horse, empresa de design britânica que tem como clientes Coca-Cola, Unilever, P&G e Eletrolux, o conceito de redução do desperdício de embalagens esta tomando cada vez mais corpo entre as empresas de bens de consumo e de bens duráveis e do ponto de vista ambiental não faz muita diferença se a embalagem é de vidro, plástico ou alumínio desde que sua vida útil seja ampliada.

Ao envolvermo-nos no universo da sustentabilidade é realmente surpreendente verificarmos que uma pequena abordagem do tema ¨design e embalagem¨, oferecem  verdadeiras descobertas, ao nos proporcionar o enfoque do tema. 

A rota percorrida pelos profissionais envolvidos na criação e produção de uma embalagem que desperte a atenção e atenda ao gosto do consumidor ao mesmo tempo que não agrida e produza resultados positivos para o meio ambiente ao serem descartadas é árdua e complexa.

Além disso, para ser encarada corporativamente como um estimulo, a embalagem “politicamente correta” tem de atender ao item diminuição de custos.

Os principais vilões na produção das embalagens, tais como, consumo de recursos naturais, emissões de gases, componentes tóxicos, vida útil e logística devem ser compensados por um  trabalho de grande profundidade e criatividade exercido pelo setor de marketing e pelos designers que precisam mergulhar a fundo no ciclo de vida destas, para assim terem uma visão clara da nova filosofia  que ancora o tema.

 

Como podemos ver no vídeo abaixo, uma saída  que até mesmo nos evoca ao passado das taras retornáveis, seria a reutilização. 

 

Caroline Dreher

 


 

 

 

Fonte: www.innovationlab.eastman.com 

            www.estadao.com.br

 

publicado por greentalks às 01:07

10
Jan 12

Num momento em que tanto se fala em projectos sustentáveis, crise económica e financeira e apoiar os produtos/ projectos portugueses, gostaria de vos deixar aqui uma sugestão de um projecto que me tem interessado particularmente e que espero também seja do vosso agrado.

 

Trata-se do Projecto Querença. Querença é uma pequena aldeia situada no concelho de Loulé, no barrocal algarvio.

Este projecto é promovido pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro em parceria com a Universidade do Algarve e o apoio da Câmara Municipal de Loulé.

 

eUma Equipa de 9 jovens licenciados, com diferentes formações, decidiram viver 9 meses numa aldeia rural para aí desenvolverem projectos viáveis.

 

A intervenção do “Projecto Querença”, que iniciou em Setembro de 2011, abrange várias áreas temáticas que articuladas entre si pretendem potenciar ao máximo a revitalização deste território carenciado.

 

Alguns dos principais aspectos que o projecto de valorização da aldeia pretende abordar são:

  • Recuperar terras abandonadas,
  • Combater o envelhecimento
  • Valorizar o artesanato, o património cultural e apoiar a rede existente de artesão, investigadores, entidades públicas e empresas (Projecto TASA)
  • Apostar nos produtos locais.

É um projecto muito dinâmico, que tem organizado diversas actividades, entre elas, o mercado de Querença (mensal), workshops de produtos locais, caminhadas, entre outras.

 

Adriana Jacinto

 

http://www.facebook.com/projectoquerenca#!/projectoquerenca

publicado por greentalks às 23:55

Wangari Maathai foi a primeira mulher africana a ganhar um prémio Nobel da Paz. Lutou pela preservação das florestas e do meio ambiente, tendo fundado o movimento Pan-American Green Belt Network, no Quénia.

 

Seja como um beija-flor e faça sempre o melhor que consegue.

 

 

Susana Ângelo

publicado por greentalks às 09:55

Pegando na deixa da Rita, continuemos pela cozinha e, ao hambúrguer, complemente-se com a bebida visto que, por Portugal bom vinho se faz.

Sendo assim, como se enquadra a sustentabilidade num copo? Por um lado é importante considerar os pesticidas e herbicidas derivados do petróleo e que são aplicados nas uvas e, tal como noutras culturas, priva a vida de florescer no solo bem como dificulta a retenção de nutrientes. A somar a isto, há ainda a erosão do solo, a inexistência de rotatividade nas culturas que torna o solo infértil, o transporte do vinho de um lado para outro do planeta e os barris que são feitos com madeira derivada do carvalho.

 

Somando tudo isto, a The Association of Wine Economists estima que, no global, a pegada carbónica vinícola se situe nos 5.3 milhões de toneladas de CO2 (como comparação, metade da frota de aviões regionais dos EUA, emitiram cerca de 8 milhões de toneladas carbónicas em 2010 (1))

 

"A pegada ecológica da Greenbottle é 10% das garrafas tradicionais"

 

No entanto, há formas de reduzir o impacto carbónico desta bebida, por exemplo no Reino Unido foi anunciada a garrafa de papel (Greenbottle) cuja pegada carbónica é 10% das garrafas tradicionais (2), sendo assim, é biodegradável e mais leve – num mundo onde se consomem 20 mil milhões de garrafas anualmente (3), o peso da garrafa, acaba por ter um impacto considerável no transporte das mesmas. Por fim, mesmo a pequena rolha pode ter um grande impacto: as rolhas de plástico e de alumínio, tem uma pegada carbónica 10 e 26 vezes, respetivamente, superior às rolhas de cortiça (4)

 

Quem diria que o vinho poderá ser ainda mais verde do que o verde que se vê na garrafa?

 

Daniel Souza

 

Baseado no artigo

Wine: how green is your glass?, The Ecologist, 21 December 2011, disponível em http://www.theecologist.org/green_green_living/food_and_drink/1171258/wine_how_green_is_your_glass.html

 

Referências

(1)   http://www.greenaironline.com/news.php?viewStory=841

(2)   http://www.dailymail.co.uk/news/article-2061183/Raise-glass-environmentally-friendly-paper-wine-bottle.html

(3)   (4) http://en.wikipedia.org/wiki/Cork_(material)

 

 

Créditos da imagem

Tom Ba from Flickr

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por greentalks às 01:01

09
Jan 12

 

 

Partilho este vídeo convosco.

 

Ideias Green!

 

Mais podem ser tiradas daqui http://www.itqb.unl.pt/science-and-society/itqb-planet/planeta-itqb-pt do sitio da internet do Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa.

 

Vera Santos
publicado por greentalks às 14:14

08
Jan 12

Olá a todos,

 

Quero antes de mais dizer-vos que os posts que irei publicar, irão todos ter um tema associado cada semana diferente. Consoante o tema, pensei em falar-vos de novidades, coisas do dia-a-dia, ou notícias interessantes. Por ser o primeiro, vai ser mais longo, mas espero que o tamanho não seja tudo!{#emotions_dlg.happy}


 

Hoje, por mais incrível que pareça fui ao MacDonalds do CC Colombo e surgiu-me um tema para o presente blogue. Ora bem… num domingo á tarde? Pois… o meu momento de epifania foi num centro comercial cheio e num fila enorme, mas tinha mesmo fome.

 

Ao ver o que queria comer…pensei…não me apetece muito comer carne. E o que havia para um vegetariano? Comecei a pensar nas coisas estranhas que podia pedir, que era qualquer coisa como umas batatas fritas, uns palitos de cenoura ou de maçã, uma sopa, ou então um cheeseburguer sem carne!

 

Ao pensar no cheeseburguer sem carne, fiz o raciocínio: Não era bom ter outra hipótese para os vegetarianos?? Que Pensavam se eles disponibilizassem um hambúrguer com os mesmos molhos, com o mesmo sabor, mas de soja ou seitan ou tofu? Seria isso uma inovação? Tornava uma refeição mais sustentável? Ajudava na diversificação da alimentação?

 

Quando cheguei a casa, fui pesquisar…e encontrei que em Portugal podem existir 30 000 vegetarianos que não comem carne nem peixe! (http://www.centrovegetariano.org/Article-451Portugal%253A%2B30%2B000%2BVegetarianos.html), portanto seria todo um novo nicho de mercado. Era uma hipótese para diversificar e dar um novo conceito á alimentação, será que voltado para o novo tipo de consumidor, o verde?

 

E assim, como escolhi o tema da culinária, hoje lanço um desafio “gostos”.

 

Que pensam que ficava melhor num hambúrguer?

A)tofu

B)soja

C)seitan

 

O ingrediente que ganhar na votação, vou experimentar fazer em casa, e depois faço o Follow-up.

 

E há boa maneira Americana…See you next week!

 

Rita Monteiro

publicado por greentalks às 12:45

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